O Batalhão Metropolitano

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O Batalhão Metropolitano foi o tema da palestra do dia de hoje no Fórum Acadêmico de Segurança Pública, com o Maj. PM Valter Menezes, Comandante da unidade, expondo suas características. Em princípio, foi feita uma explanação sobre as operações que hoje formam o Batalhão: as Rondas Especiais (Rondesp) e a Operação Gêmeos (Operação de Prevenção e Repressão a Roubos em Coletivos), que inicialmente tinham o caráter provisório, mas perduraram e vieram a integrar-se no Batalhão. Além dessas duas operações, compõem o Batalhão Metropolitano um pelotão especializado que fazia parte do Esquadrão Águia – o Grupo de Ações Rápido-Repressivo Águia (GARRA) – e, completando o efetivo, policiais dos pelotões especiais das Companhias Independentes.

Major Valter MenezesMajor Valter Menezes: Comandante do Batalhão Metropolitano – Foto: Sgt. PM Marcos Souza.

O Major falou acerca da importância de um Batalhão de rádio-patrulhamento “pesado”, como ele mesmo denomina, e demonstrou que existem quatro vantagens principais que são característica da unidade:

- Mobilidade da tropa;
- Boa comunicação;
- Poder de fogo;
- Resposta imediata.

Além de tratar de sua experiência de vida na PM, do comportamento que um comandante deve ter, das relações que o oficial de polícia deve construir com seus subordinados, com seus superiores, com a mídia e com a sociedade, o comandante do Batalhão Metropolitano deixou claro que qualquer outro tipo de sentimento que não seja o de bem servir à sociedade não pode permear os corações daqueles que hoje são responsáveis pela implantação do Batalhão Metropolitano.


Perguntado em relação à possibilidade e a conveniência do Batalhão ser a unidade de destino dos aspirantes-a-oficial recém-formados, o Major Valter se mostrou em desacordo com essa possibilidade, em virtude do caráter transitório de praça especial a que os aspirantes estão submetidos, o que não está condizente com o perfil da unidade. Além disso, criticou a postura dos estudiosos de segurança pública que não se preocupam em confrontar suas defesas teóricas com a realidade prática, vivida no dia-a-dia policial. Por fim, deixou a seguinte mensagem aos presentes:

Na problemática da segurança pública, é muito pouco só “vestir a camisa”. Temos que vestir a camisa, a calça, o paletó, calçar as meias e todas as peças em prol da sociedade, pois nós policiais, também somos parte da sociedade!

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