
Após o término fracassado do Movimento Polícia Legal, onde os verdadeiros anseios dos policiais militares baianos não foram atendidos pelo Governo do Estado, a pergunta que ainda paira no ar é a seguinte: “o que aconteceu?”. Depois de se conseguir uma união nunca vista entre oficiais e praças, depois de se realizar assembléias históricas com a presença entusiasmada de milhares de policiais militares, depois de fundamentar toda uma estratégia de ação LEGAL para pressionar o Governo a cumprir suas promessas à categoria policial militar, acabamos vendo naufragar o mais bem elaborado e articulado movimento reivindicatório que os integrantes da Polícia Militar da Bahia já realizaram.
Ainda hoje vivemos o processo de expiação. Seria a culpa do Deputado Capitão Tadeu? Da Associação de Praças (ASPRA)? Da APPM? Da Associação de Sargentos? Da Associação de Oficiais – Força Invicta? Esta última, da qual sou associado, e que tem como presidente o Major PM Correia, acaba de divulgar uma nota de esclarecimento, onde traz à tona uma versão ainda desconhecida sobre o desenrolar dos fatos durante o Movimento Polícia Legal. Além disso, o site da Associação dos Oficiais da Polícia Militar publicou uma nota em nome da União das Associações da Polícia Militar da Bahia, onde acusa o Governo de ter traído a categoria, não cumprido o acordo que foi estabelecido.
Publico aqui ambos os textos, que são longos, mas que devem ser lidos por todos os PM’s baianos, para que tenham conhecimento e reflitam sobre a realidade dos fatos. A caixa de comentários está disponível para a discussão – sem ofensas – e caso alguém queira refutar ou fortalecer argumentos/ideias/versões mediante texto, basta enviar para o email abordagempolicial@gmail.com. Debatendo e revisando os erros podemos chegar a significativas melhoras. Abaixo, os textos da Força Invicta e da União das Associações, respectivamente:
Nota de Esclarecimento
Senhoras e senhores associados da Força Invicta, peço paciência a todos, pois passarei a relatar longamente o que ocorreu no dia 11 de agosto do ano em curso, segundo dia da deflagração do Movimento Polícia Legal. Posterguei ao máximo a publicação desta nota, com o objetivo de manter as Associações unidas, e evitar desavenças, mesmo sendo alvo das mais absurdas e levianas acusações. Foi realizada às 15h30min, do dia 11/08/09, uma reunião na Sociedade Beneficente dos Subtenentes e Sargentos – SBSPM, onde estavam presentes, O Major Correia – Presidente da Força Invicta, O Subtenente Leal – Presidente da SBSPM, o Soldado Pinto – Presidente da APPM, estes designados pela União das Associações, como sendo componentes de uma Comissão que seria a interlocutora do Movimento Policia Legal. O Soldado Deivison, Presidente da ASPOJER, representante das Associações do Interior do Estado, estava ausente devido a uma sessão na Câmera de Vereadores em Jequié, onde o mesmo é Vereador.
Além dos representantes citados, estavam no local o Deputado Capitão Tadeu e o Exmº Sr. CEL PM Mascarenhas – CMT GERAL da PM. Nesta reunião, foi discutida a possibilidade de “SUSPENSÃO” do Movimento Polícia Legal, devido à informação de que o Governo do Estado estaria disposto a negociar os itens constantes da pauta de negociação. Durante a reunião, todos concordaram com a suspensão do movimento, pois é praxe nos movimentos reivindicatórios de Militares Estaduais, que as negociações só iniciem com o retorno à normalidade. Para tanto, foi redigido um documento denominado de “ACORDO”, onde foram fixadas as condições para a suspensão do movimento, e que constaria a assinatura dos integrantes da Comissão, do Deputado Capitão Tadeu, do Comandante Geral e do Governo do Estado. Este documento foi lido por todos, sendo que o Deputado Capitão Tadeu solicitou a retirada da palavra que dizia que o Governo iria atender “IMEDIATAMENTE” as reivindicações, pois entendia que seria necessário negociar os itens da pauta. Retirada esta palavra, o Comandante Geral saiu da SBSPM com o intuito de passar para o Governo os termos do documento, e, em seguida manter contato.
Permaneceram na SBSPM, aguardando um posicionamento do Governo, os membros da comissão e o Deputado Capitão Tadeu, tempo em que foram mantidos contatos com a grande maioria das Associações do Interior, informando que havia sido produzido um documento e possivelmente o movimento poderia ser suspenso. Por volta da 18h00min, foi mantido um contato com o Coronel Mascarenhas, onde este informou que o Governo não aceitava a assinatura do Deputado Capitão Tadeu, para que o acordo não sofresse influência política. Consultado, o Deputado Capitão Tadeu concordou com a retirada da sua assinatura, pois disse “ser praxe no Governo Wagner que Parlamentares não assinem acordos de categorias”. Aproximadamente, às 19h00min, foi solicitado pelo Comandante Geral que todos fossem para o QCG, onde o documento seria assinado e haveria uma coletiva de imprensa. Cada um dos integrantes da comissão e o Deputado Capitão Tadeu seguiram em veículos próprios para o QCG, onde em uma sala esperavam o Comandante Geral e o Assessor de Comunicação do Governo, Sr. Robinson. Neste momento o Deputado Capitão Tadeu não se fez presente, sendo que foi iniciada a reunião, enquanto aguardávamos a chegada do Deputado.
Durante a reunião, o Assessor de Comunicação do Governo solicitou que fossem feitas duas alterações no documento original, tendo em vista que havia sido citado como parte o nome do Governador, devendo ser substituído por “Governo do Estado”, além dos termos “atender a pauta de reivindicações” para “negociar visando resolver a pauta de reivindicações”, pois a palavra atender passava a idéia que o Governo atenderia literalmente a pauta, e, que havia necessidade de negociar os itens apresentados.
Após aproximadamente uns cinqüenta minutos, recebi uma ligação do Deputado Capitão Tadeu, perguntando onde estava, informei ao mesmo que me encontrava na sala do Comandante Geral. Irresignado, o Deputado Capitão Tadeu disse que havia sido colocado em outra sala e que estava indo embora. Informei ao Deputado que não tinha conhecimento do fato e que ia ao seu encontro, sendo que ao chegar ao local, este já havia saído. Imediatamente, tentei manter contato com o Deputado por telefone, sem conseguir êxito, só conseguindo o contato cerca de trinta minutos depois, onde passei ao mesmo que não sabia que estava em outra sala e que o documento estava pronto para ser assinado e divulgado, quando também solicitei que retornasse ao QCG, pois era de suma importância a presença do mesmo.
Aborrecido, o Deputado alegava que o Comandante Geral havia desrespeitado as suas prerrogativas de Deputado Estadual, fazendo-o esperar em outra sala, e que não retornaria. Solicitei ao Sr. Robinson, Assessor de Comunicação do Governo que conversasse com o Deputado e os dois passaram mais de dez minutos ao telefone, período em que o Sr. Robinson leu o documento para o Deputado e pediu ao mesmo que retornasse ao QCG, pois seria feita qualquer modificação no documento que o Deputado desejasse. Voltei a falar com o Deputado Capitão Tadeu, que alegou estar passando mal, com fortes dores de cabeça, e que já havia tomado um remédio e estava em casa para dormir, e que decidiria no dia seguinte o seu posicionamento. Lamentavelmente, o Deputado Capitão Tadeu omitiu para mim o seu verdadeiro posicionamento, pois diferente do que havia informado por telefone, o Deputado Capitão Tadeu postou imediatamente em seu site que não tinha tomado conhecimento dos termos do acordo, e isto não reflete a realidade dos fatos, além de já haver passado na RONDESP do Centro Administrativo, assim que saiu do QCG, para conclamar a tropa a manter o movimento.
Quando optei por apoiar a suspensão do movimento, foi por meio de uma análise conjunta das lideranças que se encontravam reunidas na SBSPM, juntamente com o Deputado Capitão Tadeu, e que definiram ser esta a postura mais correta a ser seguida naquele momento, respaldada nas razões elencadas: Os policiais do serviço administrativo, em razão das suas funções, não estavam diretamente envolvidos no Movimento Polícia Legal; Havíamos tomado conhecimento da chegada na quarta-feira dos 3.600 coletes, o que desarticularia a participação do PO a Pé e do Policiamento Modular no Movimento; O Comando dentro das suas estratégias estava colocando alunos do CFS, do CFO e do CEFS, para assumir postos de serviços, inclusive viaturas, expondo jovens alunos a soldado e jovens alunos a oficial a uma situação de risco iminente, o que resultou inclusive em um acidente, onde dois alunos do CFO saíram feridos; Os Oficiais, apesar do forte engajamento e adesão, não estavam ao alcance de qualquer tipo de represália, pois a ação que inviabilizava o policiamento motorizado ficou sob a responsabilidade direta dos motoristas de viaturas, e subsidiariamente, aos demais integrantes das guarnições; Os motoristas e integrantes de guarnições motorizadas começaram a ser ouvidos em termo de declarações, tanto na capital como no interior, o que mobilizou uma grande quantidade de advogados; Durante a tarde daquela terça-feira, obtivemos informações de alguns Comandantes de Companhia, que guarnições de RP estavam optando por informar na área, porém, mantendo a postura de não atender as solicitações para realização de diligências, o que poderia levar os seus integrantes, que até aquele momento estavam respaldados pela legalidade, passassem a cometer, pelo menos, o crime de desobediência e omissão, deixando portanto, de ser um Movimento “dentro da lei, pela lei e com a lei”; Todos os meios de comunicações estavam fechados para o Movimento, por determinação do Governo, que implantou uma censura “branca” jamais vista na Bahia; Começaram a ocorrer arrastões e saques, no final da tarde da terça-feira, pondo em risco a sociedade, o que levaria o movimento a deixar de ser “dentro da lei, pela lei e com a lei”.
Diante destes fatos, a possibilidade do movimento vir a se converter em uma greve era cada vez mais iminente, e, como durante todo tempo havíamos nos comprometido com um movimento dentro da legalidade, sem conseqüências criminais ou disciplinares para os Policiais e sem prejuízos para a sociedade, decidimos em conjunto aceitar a proposta de acordo do Governo. Sabíamos que a decisão adotada poderia provocar reações na tropa, o que não poderíamos esperar era o posicionamento do Deputado Capitão Tadeu, pois este discutiu conosco sobre a suspensão do movimento, participou da redação do acordo, foi até o QCG para a entrevista coletiva, e retirou-se por uma postura isolada do Comandante Geral. Por sinal, postura esta que não teve o aval das Associações. Nós da Força Invicta, desde a criação da Associação, adotamos a atitude de apoiar o Deputado Capitão Tadeu, por ser ele a possibilidade concreta de nos representar no Parlamento Baiano, por ser um Policial Militar com histórico de lutas, coragem, independência e ter conquistado por méritos próprios uma vaga na Assembléia Legislativa. Jamais agimos com deslealdade com o Deputado Capitão Tadeu, ao contrário, sempre fomos uma voz de sustentação aos seus reclames em defesa da Polícia Militar e da Segurança Pública na Bahia, e, só concordamos com a suspensão do movimento, por que essa decisão tinha sido discutida e aprovada pelo mesmo.
Muitos protestaram por que não convocamos a realização de uma assembléia para definir os rumos do Movimento, porém, naquele momento não havia condições de convocação de uma assembléia, pois os reflexos de violência já começavam a eclodir na cidade e rapidamente se espalharia na quarta-feira, como foi em 2001, gerando pânico na população. Além do mais, já havíamos tido conflitos de lideranças na assembléia realizada no Clube dos Oficiais, o que provocou dúvidas quanto à data de inicio do Movimento e o afastamento de uma Associação da União das Associações.
Os Associados questionaram a falta de informações da Força Invicta, porém, não queríamos no calor dos fatos, semear desentendimentos, pois isto deixaria a União das Associações fragilizada e poderia trazer prejuízos para as negociações. Preferimos, então, suportar toda a humilhação e falsas acusações postadas por e-mails, inclusive ameaças de morte, do que trocar acusações publicamente. Esperávamos que o Governador Jaques Wagner tivesse um comportamento de estadista e cumprisse o acordo publicado em Diário Oficial, atendendo o máximo possível aos anseios da tropa, sendo que os desencontros da suspensão do Movimento seriam superados com o tempo.
Lamentavelmente, nos deparamos com um Governo que, a cada dia, deixa mais claro que alguns dos seus integrantes tem por objetivo pessoal desmoralizar a Polícia Militar Baiana, do seu Alto-Comando até o policial de menor patente. Não sabemos se é em decorrência de vindita política aos anos de repressão da Ditadura Militar ou se é mesmo por incompetência administrativa. O Governador conclamou pela SUSPENSÃO DO MOVIMENTO POLICIA LEGAL, em respeito aos preceitos basilares da nossa Instituição Militar, a Hierarquia e a Disciplina, atribuindo em seu discurso a necessidade do nosso Comandante Geral ser o interlocutor das nossas reivindicações com o Governo.
Após trinta dias de negociações, afastaram as Associações da mesa de negociação e passaram a fazer reuniões exclusivas com o Comando Geral da PMBA, apresentando propostas que beiram a imoralidade, e, que ao final não representariam um ganho de setenta reais para um Soldado e cem reais para um Oficial, sendo que os inativos não seriam beneficiados em nada, e o Comando Geral, em razão do cargo que ocupa, nada pode fazer. Enquanto isso, o Governo viola a Constituição Estadual, dá tratamento diferenciado a Delegados, Peritos e Investigadores, além de aumentar o salário de Coronéis da PM em mais de 20%, com a mudança do teto constitucional.
Contudo, a Força Invicta considera que o Governo rompeu com o ACORDO assinado e publicado em Diário Oficial do Estado, além de tentar desmoralizar o Comando da PM, a quem atribui a responsabilidade de conquistar benefícios para a tropa, empurrando com as suas propostas aviltantes os policiais militares para o descumprimento dos princípios basilares da hierarquia e disciplina. Mais uma vez, vamos nos dirigir ao Tribunal de Justiça da Bahia, ao Ministério Público, a Assembléia Legislativa e à Sociedade Baiana, para denunciar a clara vontade do Governo do Estado da Bahia em conduzir com as suas posturas irresponsáveis a nossa corporação para uma Greve Geral.
O Governou pensou desde o início que a União das Associações e o Deputado Capitão Tadeu, juntamente com a tropa, não conseguiriam grande mobilização. Enganaram-se, pois, realizamos as maiores concentrações de tropa da história da PMBA, e com um fator maior de força, pois conseguimos unir a categoria, Oficiais e Praças, juntos, com disciplina, lutando por um mesmo ideal. Agora devem estar apostando que provocaram um grande desgaste nas Associações, e nas suas relações com o Deputado Capitão Tadeu e a Tropa, sendo que estas nada poderão fazer. Só que o Governo não está contando que, não foram as Associações e o Deputado Capitão Tadeu que mobilizaram a tropa, mas sim a revolta interna que está disseminada em toda a Corporação, entre Oficiais e Praças, ativos, inativos e pensionistas, multiplicada a cada dia com o tratamento aviltante dispensado por este Governo à segurança pública e à nossa corporação. E, que estamos todos dispostos a continuar lutando por nossa Instituição, pois divergências internas sempre existirão, mais serão menores que o interesse coletivo.
Para finalizar, peço licença para um esclarecimento pessoal. Diferente do que andaram divulgando, estou há mais de 24 anos nesta Corporação, e estou à disposição de qualquer um dos seus mais de 40.000 mil integrantes, ativos ou inativos, Oficial ou Praça, para que apresentem uma conduta que desabone a minha honestidade, a minha honra, o meu caráter ou a minha dignidade como Oficial. Disseram que fui comprado por dinheiro, cursos, promoção, e outras impropriedades, que fui covarde e aderi ao sistema. É bom que se torne público, que por opção pessoal, não recebo nenhum tipo de vantagem ou gratificação na PMBA (DAS, hora extra, etc.), pois sempre considerei que seria inoportuno, estando à frente da Presidência da Associação, receber qualquer tipo de gratificação, apesar de exercer a minha atividade funcional diariamente, não sendo dispensado do serviço por ser Presidente da Associação. Presido a Força Invicta por quase cinco anos, sem receber nenhum tipo de salário, gratificação, jetom ou vantagem pessoal, apenas uma indenização de combustível de aproximadamente R$ 180,00 (cento e oitenta reais) mensais, para abastecer meu veículo particular, que utilizo diariamente prestando serviços à Associação. Faço isto não por filantropia, mas por acreditar que podemos construir uma Polícia Militar melhor, e uma Associação independente, sem submissão a interesses econômicos, a Comandantes ou Governantes.
* * *
Carta enviada a diversas autoridades baianas pela União das Associações
Em nome dos Policiais Militares Baianos, Oficiais e Praças, nos reportamos a Vossa Excelência, legítimo representante do povo baiano nessa Casa Legislativa, para alertá-lo sobre o forte desgaste político que está se desenhando em nosso Estado. Como é do conhecimento de todos, os policiais Militares da Bahia, objetivando denunciar as condições precárias por que passa a Segurança Pública no Estado, em especial na Polícia Militar, deflagraram no dia 10 de agosto deste ano, o Movimento Polícia Legal. Este Movimento foi caracterizado pela conduta dos Policiais Militares, que durante 40 horas exerceram as suas atividades, exclusivamente, dentro da lei, pela e com a lei, ou seja, a Polícia Militar paralisou quase que 100% das suas atividades, tanto na Capital como no Interior, pelo simples fato de que a Corporação está sucateada, sem equipamentos, viaturas, excesso de carga horária, baixos salários, dentre outros fatores. Diante da iminência de se instalar o caos na Bahia, pois havia começado a ocorrer saques e arrastões, e, por começar a ser desenhada a real possibilidade do Movimento derivar para uma Greve Geral, o Governo da Bahia propôs uma saída disciplinada, sem maiores prejuízos para a sociedade baiana, por meio de um Acordo (anexo 01).
Neste Acordo, consta que os representantes dos Policiais Militares suspenderiam o Movimento, e, o Governo negociaria o atendimento às reivindicações da categoria. Declarações do Governador congratulando-se com os Policiais Militares pela atitude disciplinada e responsável, comprometendo-se em atender as reivindicações salariais e viabilizar melhorias nas condições de trabalho, constantes em vídeo anexo, levou a categoria a acreditar na seriedade do acordo assinado e publicado em Diário Oficial do Estado, e, que a palavra do Governador da Bahia tinha validade.
Lamentavelmente, nos deparamos com um Governo que, a cada dia, deixa mais claro que alguns dos seus integrantes tem por objetivo pessoal desmoralizar a Polícia Militar Baiana, do seu Alto Comando até o policial de menor patente. Não sabemos se é em decorrência de vindita política aos anos de Ditadura Militar ou se é mesmo por incompetência administrativa. O Governador conclamou pela Suspensão do Movimento Policia Legal, em respeito aos preceitos basilares da nossa Instituição Militar, a Hierarquia e a Disciplina, atribuindo em seu discurso a necessidade do nosso Comandante Geral ser o interlocutor das nossas reivindicações com o Governo.
Após trinta dias de negociações, afastaram as Associações da mesa de negociação e passaram a fazer reuniões exclusivas com o Comando Geral da PMBA, apresentando propostas que beiram a imoralidade, e, que ao final não representariam um ganho de setenta reais para um Soldado e cem reais para um Oficial, sendo que os inativos não seriam beneficiados em nada, e o Comando Geral, em razão do cargo que ocupa, nada pode fazer. Enquanto isso, o Governo viola a Constituição Estadual, dá tratamento diferenciado a Delegados, Peritos e Investigadores, além de aumentar o salário de Coronéis da PM em mais de 20%, com a mudança do teto constitucional.
Esta conduta do Governo do Estado indica o rompimento unilateral do Acordo assinado e publicado em Diário Oficial do Estado, além de ficar clara a tentativa de desmoralizar o Comando da PM, a quem o Governador atribuiu a responsabilidade de conquistar benefícios para a tropa. Ao contrário do compromisso assumido, o Governo com as suas propostas aviltantes, empurra os policiais militares para o descumprimento dos princípios basilares da hierarquia e disciplina. Isto nos faz vir, diante desse representante do povo Baiano na Assembléia Legislativa da Bahia, denunciar a clara deliberação do Governo do Estado da Bahia em conduzir com as suas posturas irresponsáveis a nossa corporação para uma Greve Geral, de conseqüências inimagináveis para a Sociedade Baiana, pois os últimos acontecimentos na Capital do Estado (anexo 02) demonstraram a ousadia do crime organizado e a fragilidade dos organismos de Segurança Pública.
Esperamos que fique claro, que este documento não se reveste de caráter ameaçador aos poderes constituídos do Estado da Bahia, muito pelo contrário, é o último recurso legitimo e legal, na tentativa de evitar que o Caos se estabeleça em nossa Corporação, e, por conseguinte, em nosso Estado, com prejuízos para a População, para o Governo e para a Polícia Militar. Demos ao Governo da Bahia, ao suspendermos o Movimento Polícia Legal, a demonstração de total confiança e respeito, a quebra dessa confiança nos deixará impossibilitados de continuar buscando uma solução negociável.
É bom registrar, produzir propagandas que não refletem a realidade pode servir para outras áreas da administração pública, pois fica difícil para o cidadão fiscalizar se as supostas melhorias propagandeadas estão verdadeiramente ocorrendo. Porém, não adianta encher o Estado de outdoor, as rádios, televisões e jornais com propagandas sobre falsos investimentos na segurança pública, pois com o aumento em mais de 60% dos homicídios os cadáveres continuarão aparecendo em via pública, os crimes continuarão crescendo como nunca e a insegurança da população aumentando. Além do mais, segurança pública é a única obrigação constitucional do Estado que afeta o pobre da periferia e o rico encastelado, pois a violência neste Governo tem se mostrado democrática, É DE TODOS NÓS.
Respeitosamente,
UNIÃO DAS ASSOCIAÇÕES DE POLICIAIS MILITARES DA BAHIA
Autor: Danillo Ferreira - Tenente da Polícia Militar da Bahia, associado ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública e graduando em Filosofia pela UEFS-BA. | Contato: abordagempolicial@gmail.com










22 Comentários
Desde a suspensão do movimento que aguardo com muita ansiedade uma explicação. Mas, apesar de toda mim angustia nunca deixei de acreditei no Major S. Correia. A nossa gigante briosa, outrora adormecida, despertou zangada e agora quer mostrar toda sua força.
Bom dia pessoal, gostaria de deixar aqui o meu repudio contra as associações, que praticamente deram com o pé atrás, e não apoiaram o movimento dos praças, essas associações ate parece que receberam alguma promessa para acabar o movimento, não estou contente com as mesma que só enchem lingüiça em um texto grande mais que nao vale nada!!!
Me desculpe Major Silvio, mas as suas palavras não condizem com a
realidade, infelizmente.
“Muitos protestaram por que não convocamos a realização de uma
assembléia para definir os rumos do Movimento, porém, naquele momento
não havia condições de convocação de uma assembléia, pois os reflexos
de violência já começavam a eclodir na cidade e rapidamente se
espalharia na quarta-feira, como foi em 2001, gerando pânico na
população.”
O Senhor está mentindo, visto que não havia esse panico na cidade tal
qual o senhor relata e gostaria que me provasse com notícias, pois não
foi isso que vimos na realidade.
“Preferimos, então, suportar toda a humilhação e falsas acusações
postadas por e-mails, inclusive ameaças de morte, do que trocar
acusações publicamente.”
O Senhor acha que vcs passaram humilhação??? NÃO MAJOR! NÃO FOI
HUMILHAÇÃO NÃO!
Humilhação mesmo foi o que fizeram com toda uma categoria de mais de
30000 pais e mães de famílias esperançosos para uma melhoria de vida,
condições de trabalho etc.. O senhor junto com a união das
associações destruiu sonhos meu caro, querendo vc ou não. E mesmo que
tudo que o Sr. relata seja verdade, vcs só arcaram com a decisão
patética que tomaram.
Aonde já se viu convocar assembléias com mais de 10000 pessoas e no
final meia dúzia decidir?
Major Silvio, o senhor não convocou assembléia pq sabia que a tropa
não aceitaria esse acordo e não pq estava preocupado com a segurança
da cidade, dos alunos sds, alunos of. etc.. . Qual o governo que
negocia sem pressão pelo amor de Deus?? Em que mundo o Sr. vive? O
própio Wagner falou: “Quem não chora não mama”
Será que o Sr não acompanhou o triunfo dos guerreiros sergipanos?
Major, sabe pq lá as coisas deram certo? Pq os oficiais realmente se
uniram à causa, colocaram seus cargos a disposição do governo, daí ele
não teve como reagir e cedeu a maioria das exigências.
Major, sinceramente, eu no lugar do Senhor, Pinto, Leal e Cia teria
vergonha, muita vergonha do que foi feito.
Com sonhos não se brinca major, e se o Sr acha que todos vão acreditar
nesse conto aí, estás muito enganado, a tropa já não é tão boba como
dantes.
Eu acho lamentável ter pessoas tão desonrosas e sem caráter a frente
de associações, por isso que as coisas não andam por aqui .
E tenho dito .
Att: SD. Santos
Engraçado é que isso foi avisado. tirara ma ASPRA do movimento pq ela queria radicalizar, o resultado agora esta ai… a falta de respeito com a classe PMBA.
Esses comentários de Silvio Correia e sua suposta União de Associações é uma vergonha, se os policiais se deixam levar por palavras mentirosas, realmente, devemos permanecer na miséria que estamos.
Olhem as palavras inteligentes de um policial quanto ao sr. Dep. e suposto representante da PMBA.
Cap mimado!
Infelizmente, temos um representate mimado que se chateou por o CmT Geral porque não vislumbrou suas prerrogativas de parlamentar.O major liga para ele e não atende, diz está com dor de cabeça.Depois mente para nós, informando que não participou da reunião.Meu Deus do céu!!!
E com este mimo, por este ciuminho, todos os nossos sonhos desceram vala abaixo.
Deixar que em uma mesa de negociação, o governador dite as regras, estabeleça diretrizes, é no mínimo falta de conhecimento de sindicato, de associação.
Estavámos no ápice do comando, tínhamos mais de 30.000 homens reivindicando melhorias, a situação nos favorecia.
FIM!!!
Percebam agora que infelizmente tinhamos tudo para chegar onde queriamos, porém, mais uma vez ao colocarmos pessoas sem o mínimo de qualificação em negociação. A negociação de atos policiais se difere de negociação de sindicatos e associações.
Precisamos de mudanças já.
A bola da vez agora é a PEC300, já se intitularam até defensores aqui na Bahia deste movimento… não vamos cair novamente nas palavras destes sujeitos que querem apenas se beneficiar politicamente.
Agora que a associação força invicta está realmente chateada com os acontecimento, quero ver quem iram apoiar para Dep. estadual e federal… cel santana, maj silvio, sd pinto… quem é?
Os coitados dos inativos são todos os dias enganados por seus representantes, e ludibriados a votas em pessoas que seus representantes de associações indicam.
Acordem pra vida companheiros inativos… ou vcs começam a tomar rumo no final de suas vidas, ou morreram como os outros que se acomodaram frente a essas pessaos que sugaram tanto de vcs.
Vamos a luta, precisamos de representantes e não de enganadores e palavras de conforto.
o.O
Caros Companheiros Milicianos,
Agora os personagens ‘traidores” estão sentindo na pele o “gosto” da “traição”…Só lamento que o presidente da Força Invícta e a UNIÃO DAS ASSOCIAÇÕES DE “TRAÍRAS” não teham dado ouvidos às constantes intervenções feitas por mim nas diversas reuniões preparatórias para o MPL.
LEREI CUIDADOSAMENTE CADA ÍTEM DESSA NOTA PARA EM BREVE ACRECENTAR INFORMAÇÕES QUE NÃO ESTÃO CONTIDAS NELA…
LEIA-SE UNIÃO DAS ASSOCIAÇÕES DE “TRAÍRAS” AS ASSOCIAÇÕES DO “ACORDO”…
POIS AS ASSOCIAÇÕES SÉRIAS QUE CONFIARAM NA UNIÃO, ESSAS NEM SEQUER FORAM INFORMADAS E AO TOMAR CONHECIMENTO REPUDIARAM A AÇÃO ISOLADA…
RETROCEDER NUNCA, RENDER-SE JAMAIS!
procurar culpados é fácil, Major. Difícil foi engajar os oficiais filiados à Força Invicta a aderir ao MPL.
Desde sempre foi dito que o governo não cumpre acordos. Ceder àquele momento foi um erro primário.
Por que iniciar uma reunião tão importante sem a presença de Cap. Tadeu? Pior, tomar qualquer decisão sem a anuência da tropa.
Mentiram e acabaram com o sonho e o propósito de muitos pais de família. Muitos se deslocaram de longe para participar das assembleias, e o que deu! E agora ! Cadê vocês ? Estamos envergonhados de vocês. Ainda acham que o Secretário está dando tratamento diferenciado. Pelo amor de Deus meu queridos, sejamaos mais inteligentes e quando partirem para uma decisão ouçam os anseios da tropa porque policia não se mistura com política, larguem a politica de lado.
Fico sem palavras de vê tanta burrice e tanto despreparo.
mais uma vez fomos enganados, seu major ta achando que somos idiota com essa conversa, mais uma vez foi mostrado que oficial só visa o lado dele, poís tinhamos a faca e o queijo nas maõs e o senhor estragou agora vem com essa conversa perdemos a oportunidade 2010 vem ai.
As associações erraram, foram ingênuas e medrosas mas não acredito em desonestidade. Elas ainda podem se redimir se juntando a ASPRA e abandonando esse discurso de “legalidade e não radicalismo”.
Greve Geral é a única solução. Esse Governo cínico e intolerante não vai entender outra linguagem que não seja esta.
Não é possível que eu com apenas 3 anos e meio de corporação ja sabia que o Governo não iria negociar naquele momento e nas Associações com tantas pessoas experientes, foram enganadas pq acreditaram que o Governador, ex-sindicalista, iria atender tudo naquele momento pq ama os policiais. É muita ingenuidade!!!!
Oxalá, seja verdade o que o Maj. S. Corrêia fala no comunicado. Acredito quando ele fala em “incompêtencia e vindita (vingança, represália, retaliação)”, do periodo da ditadura.
Acredito nos dois “incompetencia e na vindita (vingança, represpalia e retaliação, p/ditadura militar) isto é normal no pensamento petista.
Só que: O Maj. Silvio Corrêia é recruta nos movimentos reinvidicatorios, devia ouvir os praças velhos os comprometidos com a luta. O governador Wagner disse: “quem não chora não mama”. O Presidente Lula disse: “O povo brasileiro é o povo que menos reeinvidica”.
Vou dar um crédito ao Major (por ser novo no movimento). Quanto ao Sd Pinto e o Sub-Leal estão queimados, mostraram que tá na hora de pegar o seu banquinho e sair de mansinho, Estão desmoralizados.
Amanhã dia 19.11.09, vai ter uma audiencia publica s/a PEC-300, às 09:00 e uma passeata as 14:00hs. só foi divulgado p/o Cap. Tadeu, nem nos sites eles divulgaram. Coitados estão brincado com a inteligência de 45 mil homens e mulheres de honra. Atentai-vos, acordem, caiam fora, deixe p/quem tem coragem.
Que Deus (Javé), nos proteja de todo o mal.
“Uma cabeça bem-feita vale mais do que uma cabeça cheia” (M. Montaigne).
“Até pareçem que bebem”.
“Que é, que é, isso companheiro, até tú bruttus.
Um abraço.
Major Correia, se eu fosse o senhor pedia para sair da força invicta, tá comprovada sua incompetência.
Esta na hora de nos fortalecermos para ajudar aprovar a PEC 300, quem sabe o Presidente Lula tenha mais sensibilidade social do que nossos representantes que estao no poder aqui na Bahia? Mas nao perco a fé nunca.Perdemos uma Batalha, Ja conhecemos nosso inimigos agora e so expurga-los e continuar a Luta
A guerra nos iremos Vencer, Desistir nao se encontra no meu vocabulário. As praças vivem um novo momento, é uma classe esclarecida.Poucos se venderam mas a essencia ninguem corrompe que a Esperança da MAIORIA.
Quem eles querem enganar? acham que sómos idiotas? não venham com esses argumentos barato que não sómos otários, os senhores nunca serão esquecido, porém com o estigma de que foram os traidores do movimento, como diz o bom ditado baiano: nós deixe, viu!
Um teatro armado pelos Senhores TADEU, MAJOR SILVIO CORREIA, PINTO E LEAL, que colocaram PRISCO fora da mesa de negociações, e agora eles estão digladiando, se Tadeu tivesse unido com Prisco na epoca, concerteza a sua eleição estava grantida com a dobradinha Prisco federal e tadeu Estadual, ou vice versa mas ele (TADEU) foi o primeiro a não aceitar Prisco na mesa de negociação, e agora ele diz que o Mj Silvio Correia é traidor??kkkkkkkk todos farinhas do mesmo saco, pois estavam juntos, Tadeu só caiu fora pq pertence a base aliada do governo, Jques Waagner e a Senhora Lidice da Mata…
att. Fabricio
1ª DICA:
QUEM É SD PRISCO
1º dos demitidos da PMBA em 2001/2002 a ser acolhido com um emprego pelo SINDVIGILANTES-BA, logo depois TRAIU aqueles que primeiro o ajudou a sustentar sua família pós demissão (atuou como X9 e testemunhou contra os que o acolheram).
SE QUEREMOS DE FATO QUE O MPL DÊ CERTO, PRECISAMOS CONHECER A VERDADEIRA HISTÓRIA DE QUEM SE DIZ DEFENSOR DE NOSSOS DIREITOS.
RETROCEDER NUNCA, RENDER-SE JAMAIS!
2ª DICA
QUEM É O SD PRISCO
Assessor Parlamentar na Assembléia Legislativa nomeado pelo então deputado Isidório (2002/2004) e exonerado por segundo o proprio Prisco, não “pagar o que foi combinado”? hummmm! será?…qual o verdadeiro motivo mesmo?
Seus seguidores sabém que você aceitou um cargo no detran ofertado por Tadeu e que só não assumiu por impedimento de um sec. do gov?
Sabém que você solicitou do Capitão Tadeu uma assessoria na Assembléia, esse que você faz questão de “atacar”?
SE QUEREMOS DE FATO QUE O MPL DÊ CERTO, PRECISAMOS CONHECER A VERDADEIRA HISTÓRIA DE QUEM SE DIZ DEFENSOR DE NOSSOS DIREITOS.
RETROCEDER NUNCA, RENDER-SE JAMAIS!
OBSERVATÓRIO DA CIDADANIA
CLUBE DA SOLIDARIEDADE
Companheiros,
Três PMs estão precisando de nosso apoio. Ajudá-los é a prova que juntos somos muito mais fortes.
Nome: SD PM Israel Conrado de Araújo.
Fato: Vítima de disparos no Módulo da Estação Pirajá em 07/09/09.
Estado Atual: Sem perigo de morte (graças a Deus), está em casa recuperando-se do tiro na perna esquerda – veia femural.
Necessidade: Ajuda financeira e medicamentos (Benerva 300mg, Dermacerium, Dorflex, Neurotin 300mg, Tramadol 100mg)
Conta Poupança (esposa Conrado): 3255-5 • Agência: 1019 • Caixa Econômica Federal • Operação: 013 – ajuda financeira.
Contatos: (71) 99470972 / 34087719 – Salvador / BA
Nome: SD PM Marcelino Ribeiro da Silva
Fato: Diabético que pós cirurgia da retina perdeu a visão
Estado Atual: Continua deficiente visual – infelizmente.
Necessidade: Ajuda financeira
Conta: 30780-7 • Agência: 0135- X • Banco do Brasil • Operação 001 – ajuda financeira.
Contatos: (74) 9124-9380 – Jacobina / BA
Nome: Cabo PM Juarez Coutinho Freire
Fato: Tumor intra-medular (já operado).
Estado Atual: Sequela da operação feita em SP.
Necessidade: Medicamentos – Solumedrol líquido (para ser dissolvido no soro – 3X1000 ou 6X500), Tramal, Dipirona Sódica, Basc, Amlovasc, Clopam, Decadron, Lorazepan, Cloridrato de Amitriptilina.
Contatos: (73) 3294-2352 / 9979-3723 – filha do PM – Itamaraju / BA
Abraços,
Capitão Tadeu Fernandes
ISSO SÃO AÇÕES CONCRETAS E POSITIVAS, E NÃO BLA, BLA, BLA…!
3ª DICA
QUEM É O SD PRISCO
Membro da ASPOL-BA, foi conduzido a ANASPRA com o intúito de representar a entidade na esfera nacional, Por não ser escolhido pelos demais membros da ASPOL para se tornar a representação política dos PMs e BMs – pois o Sgt Dias foi escolhido por unanimidade – abandonou a entidade e aliou-se ao PSOL se disponibilizando para ser usado como “bucha de canhão” afim de fazer oposição ao governo do PT.
Detalhes:
De ASPOL p/ ASPRA – de PT p/ PSOL, É Prisco, você realmente sabe o que quer…
SE QUEREMOS DE FATO QUE O MPL DÊ CERTO, PRECISAMOS CONHECER A VERDADEIRA HISTÓRIA DE QUEM SE DIZ DEFENSOR DE NOSSOS DIREITOS.
RETROCEDER NUNCA, RENDER-SE JAMAIS!
Antes de comentar, leia:
http://abordagempolicial.com/2009/11/politica-de-comentarios-abordagem-policial/
Abraço!
Pessoal, nós fizemos a nosssa parte para o movimento dar certo,mas os oportunistas fizeram que seus nomes entrasse na história da PMBA.
DESTRUÍAM NOSSOS SONHOS E ANSEIOS…. E AGORA PEDEM PRA VOLTAR……
VAMOS TENTAR ISSO EM UM PRÓXIMO GOVERNO BAIANO Q NAUM SERÁ ESTE CONCERTEZA!!!! POR QUÊ TDOS ELES SÓ QEREM S DAR BM COM ESSE GOVERNO MEDÍOCRE….
Um Trackback
[...] reivindicatória – o que não é o caso de nenhum dos presidentes. Nesse contexto, surgiu a versão da Associação de Oficiais sobre o acordo, bem como a nota da União das Associações. Eis que após trazer a público explicações sobre o episódio, a União das Associações acaba [...]