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	<title>Comentários sobre: Polícia e Preconceito Racial</title>
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	<description>Blog de Segurança Pública</description>
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		<title>Por: POLICIAL MILITAR BAHIA</title>
		<link>http://abordagempolicial.com/2009/11/policia-e-preconceito-racial/comment-page-1/#comment-8909</link>
		<dc:creator>POLICIAL MILITAR BAHIA</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:59:31 +0000</pubDate>
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		<description>ERRATA: . . .  dedos-duros, alcaguetes, e ficam isolados . . .</description>
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		<title>Por: POLICIAL MILITAR BAHIA</title>
		<link>http://abordagempolicial.com/2009/11/policia-e-preconceito-racial/comment-page-1/#comment-8908</link>
		<dc:creator>POLICIAL MILITAR BAHIA</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 16:57:09 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente é inegável o preconceito que os negros são vítimas até os dias atuais, seja por parte da Polícia, do poder público, bem como por toda a sociedade que discrimina os negros em todos os ambientes, seja  no trabalho, na escola, ou mesmo na rua, no seu dia a dia.

Ficaria menos triste, entretanto, no dia que lesse nesses textos que falam sobre discriminação, sobre preconceito, algo que discorresse sobre o imenso preconceito que os policiais sofrem no ambiente das UNIVERSIDADES, que tanto pregam a inclusão social, mas que, quando DESCOBREM (esse é o verdadeiro termo, pois os policiais vão às faculdades, principamente a UFBA escondendo a sua profissão) sofrem o mais elevado grau de preconceito, sendo taxados de facistas à serviço do estado policial, dedos-duros, algaguates, e fica isolados quando há qualquer movimento reinvindicatório pela melhoria do ensino público nas universidades.
É triste ver filhinhos de Papai, que ocupam os lugares das pessoas mais humildes, segregarem policiais, somente pelo fato de serem POLICIAIS!!!!
Vamos então enxergar a discriminação de maneira mais ampla, e vamos marchar em prol de uma sociedade, aí incluída a POLÍCIA, longe de todas as formas de discriminação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente é inegável o preconceito que os negros são vítimas até os dias atuais, seja por parte da Polícia, do poder público, bem como por toda a sociedade que discrimina os negros em todos os ambientes, seja  no trabalho, na escola, ou mesmo na rua, no seu dia a dia.</p>
<p>Ficaria menos triste, entretanto, no dia que lesse nesses textos que falam sobre discriminação, sobre preconceito, algo que discorresse sobre o imenso preconceito que os policiais sofrem no ambiente das UNIVERSIDADES, que tanto pregam a inclusão social, mas que, quando DESCOBREM (esse é o verdadeiro termo, pois os policiais vão às faculdades, principamente a UFBA escondendo a sua profissão) sofrem o mais elevado grau de preconceito, sendo taxados de facistas à serviço do estado policial, dedos-duros, algaguates, e fica isolados quando há qualquer movimento reinvindicatório pela melhoria do ensino público nas universidades.<br />
É triste ver filhinhos de Papai, que ocupam os lugares das pessoas mais humildes, segregarem policiais, somente pelo fato de serem POLICIAIS!!!!<br />
Vamos então enxergar a discriminação de maneira mais ampla, e vamos marchar em prol de uma sociedade, aí incluída a POLÍCIA, longe de todas as formas de discriminação.</p>
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		<title>Por: Yende</title>
		<link>http://abordagempolicial.com/2009/11/policia-e-preconceito-racial/comment-page-1/#comment-8841</link>
		<dc:creator>Yende</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 19:24:11 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Absurdo&quot; é negar o preconceito.
 A violência policial também é algo não podemos fingir que não existe (já fiz muito isso).
Esses elementos covardes e violentos inseridos no nosso meio são os grandes responsáveis por todo esse ódio e preconceito a todos nos atribuídos indistintamente.
Falo sobre isso no meu songbook &quot;NÃO SOMOS AMADOS&quot; disponível no www.naosomosamados.vai.la</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Absurdo&#8221; é negar o preconceito.<br />
 A violência policial também é algo não podemos fingir que não existe (já fiz muito isso).<br />
Esses elementos covardes e violentos inseridos no nosso meio são os grandes responsáveis por todo esse ódio e preconceito a todos nos atribuídos indistintamente.<br />
Falo sobre isso no meu songbook &#8220;NÃO SOMOS AMADOS&#8221; disponível no <a href="http://www.naosomosamados.vai.la" rel="nofollow">http://www.naosomosamados.vai.la</a></p>
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		<title>Por: Hebert</title>
		<link>http://abordagempolicial.com/2009/11/policia-e-preconceito-racial/comment-page-1/#comment-8838</link>
		<dc:creator>Hebert</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 18:41:18 +0000</pubDate>
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		<description>Fiz pesquisa a respeito do tema na Academia da Polícia Militar de Minas Gerais e cheguei a conclusão de que o preconceito existe, seja quanto a cor, quanto a idade e, menos, quanto a classe social, porém, concluí que isso é fruto da organização social brasileira e não condição de policial e que isso sempre exisitirá idenpendentemente do que se faça, sendo um problema que deve ser controlado, mas que não pode ser extinto. A raiz do problema está na socieade, o policial é preconceituoso e mais violento contra certos estereótipos não por ser policial ou por estar em uma organização que é assim, mas simplesmente porque ele é um cidadão e, como tal, acaba contaminado pela noção geral de preconceito que a sociedade lhe impõe. A diferença do preconceito investido no policial é que ele tem poderes que outras pessoas não têm, mudando, por isso, a forma de manifestação do preconceito de acordo com os atos do seu dia-a-dia profissional.

Segue o Link para a pesquisa completa:

http://www.scribd.com/doc/2837894/Os-estereotipos-dos-cidadaos-abordados-pela-Policia-Militar-e-a-pratica-de-violencia-policial</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fiz pesquisa a respeito do tema na Academia da Polícia Militar de Minas Gerais e cheguei a conclusão de que o preconceito existe, seja quanto a cor, quanto a idade e, menos, quanto a classe social, porém, concluí que isso é fruto da organização social brasileira e não condição de policial e que isso sempre exisitirá idenpendentemente do que se faça, sendo um problema que deve ser controlado, mas que não pode ser extinto. A raiz do problema está na socieade, o policial é preconceituoso e mais violento contra certos estereótipos não por ser policial ou por estar em uma organização que é assim, mas simplesmente porque ele é um cidadão e, como tal, acaba contaminado pela noção geral de preconceito que a sociedade lhe impõe. A diferença do preconceito investido no policial é que ele tem poderes que outras pessoas não têm, mudando, por isso, a forma de manifestação do preconceito de acordo com os atos do seu dia-a-dia profissional.</p>
<p>Segue o Link para a pesquisa completa:</p>
<p><a href="http://www.scribd.com/doc/2837894/Os-estereotipos-dos-cidadaos-abordados-pela-Policia-Militar-e-a-pratica-de-violencia-policial" rel="nofollow">http://www.scribd.com/doc/2837894/Os-estereotipos-dos-cidadaos-abordados-pela-Policia-Militar-e-a-pratica-de-violencia-policial</a></p>
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		<title>Por: Eduardo C Rocha</title>
		<link>http://abordagempolicial.com/2009/11/policia-e-preconceito-racial/comment-page-1/#comment-8825</link>
		<dc:creator>Eduardo C Rocha</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 13:12:28 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://abordagempolicial.com/?p=3155#comment-8825</guid>
		<description>Comecei a ler o texto e parei. Não aceito que digam que o país tem uma dívida com o passado dos negros. Não reconheco negros, reconheco pessoas, independente da cor, sexo ou qualquer outra coisa.

Além disto, os negros escravos do Brasil foram capturados por negros na África e isto ninguém cita, fazendo com que apenas os &#039;brancos&#039; sejam o culpados. Não, o culpado é aquele que captura e escraviza e NINGUÉM mais. 

O que estabeleceu-se no país através de cotas é absurdo e ridículo. Se alguém pode ser beneficiado por ser negro, também pode ser prejudicado? Ou a lei apenas colhe bonus sem colher onus? Exemplo? Se uma pessoa bate na porta de minha empresa para pedir emprego e eu sei que ela entrou através de cotas para negros, eu posso dizer que não contrato negros na minha empresa sem que isto configure racismo? Pois é, apenas os bonus, que são as vagas, mas sem os onus, que é ser chamado de negro ou perder alguma coisa pela cor da pele.

Não eu não reconheco cor de pele e sugiro que aqui, por ser um um blog policial, que é a democracia e a lei na forma de pessoa, siga o que diz a Constituição, em que NINGUÉM pode ser discriminado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Comecei a ler o texto e parei. Não aceito que digam que o país tem uma dívida com o passado dos negros. Não reconheco negros, reconheco pessoas, independente da cor, sexo ou qualquer outra coisa.</p>
<p>Além disto, os negros escravos do Brasil foram capturados por negros na África e isto ninguém cita, fazendo com que apenas os &#8216;brancos&#8217; sejam o culpados. Não, o culpado é aquele que captura e escraviza e NINGUÉM mais. </p>
<p>O que estabeleceu-se no país através de cotas é absurdo e ridículo. Se alguém pode ser beneficiado por ser negro, também pode ser prejudicado? Ou a lei apenas colhe bonus sem colher onus? Exemplo? Se uma pessoa bate na porta de minha empresa para pedir emprego e eu sei que ela entrou através de cotas para negros, eu posso dizer que não contrato negros na minha empresa sem que isto configure racismo? Pois é, apenas os bonus, que são as vagas, mas sem os onus, que é ser chamado de negro ou perder alguma coisa pela cor da pele.</p>
<p>Não eu não reconheco cor de pele e sugiro que aqui, por ser um um blog policial, que é a democracia e a lei na forma de pessoa, siga o que diz a Constituição, em que NINGUÉM pode ser discriminado.</p>
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		<title>Por: Vaz</title>
		<link>http://abordagempolicial.com/2009/11/policia-e-preconceito-racial/comment-page-1/#comment-8807</link>
		<dc:creator>Vaz</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 01:03:58 +0000</pubDate>
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		<description>ERRATA: No segundo parágrafo, na segunda linha, onde se lê &quot; os negros continua&quot; leia-se &quot;os negros continuam&quot;.</description>
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