Pesquisa no Rio estuda rejeição ao “Bandido Bom é Bandido Morto” 
Rio de Janeiro bate recorde de homicídios 
256 cidades do Estado de São Paulo não possuem Delegado 
Eis-nos de novo diante do limiar de um novo ano. E como, segundo Mario Quintana: "Lá bem no alto do décimo segundo andar do ano vive uma louca chamada Esperança" me flagrei pensando sobre as famosas reformas, de que ouvimos falar desde que nascemos. Sobre o partido que ia mudar nossos hábitos e práticas políticas para sempre. Sobre o que se vê e o que não vemos e nem sabemos se testemunharemos no ano que virá. Em meio às minhas reflexões sobre o que os profissionais de segurança pública podem esperar no novo ano, lembrei-me de um artigo de João Ubaldo Ribeiro e fiquei a pensar sobre os governantes brasileiros e baianos, buscando identificar aqueles que, a partir do período que passei a integrar a PMBA, real e efetivamente, se preocuparam com a segurança pública e com os seus profissionais. Iniciando uma retrospectiva, na esteira do pensamento de João Ubaldo, lembrei-me que o Governo Militar não foi bom e que Sarney, Collor, Itamar e Fernando Henrique não fizeram bons governos. Tampouco, no âmbito estadual, Antonio Carlos Magalhães, Roberto Santos, João Durval, Valdir Pires, Nilo Coelho, Ruy Trindade, Antonio Imbassahy, Paulo Souto, Cesar Borges e Otto Alencar, do ponto de vista da segurança pública, se constituíram em bons governantes. Agora constatamos que Lula não serve. Que Jaques Wagner não serve. E, provavelmente, os que vierem depois de Lula e Wagner também não servirão para nada. O sonho acabou! (mais…)