Sempre achei que as corregedorias das polícias se utilizam de poucos elementos periciais, concretos, para realizar suas apurações. Geralmente as punições têm como fundamento apenas as versões dos envolvidos na infração, o que aumenta, de uma só vez, a impunidade para os mal-feitores e a injustiça para os inocentes. Na última entrevista dada pelo Coronel Mário Sérgio, Comandante da PMERJ, ao Jornal O Dia, ele anuncia mudanças nesse sentido para a Corporação. Se ocorrer como ele diz, teremos o “BOPE” das corregedorias policiais na polícia do Rio. Se ocorrer.
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Mulher na Polícia
dezembro 27th, 2009 at 7:51
Tem que ter perfil específico pra trabalhar na corregedoria. Olha, não sei aí. Mas aqui eu vejo um desperdício de talentos enorme. Gente que era pra estar em operações especiais, está na corregedoria, quem devia estar ensinando está no atendimento, quem devia estar na rua, está ensinando…
Abraço!
CB MÁRIO LUIZ - PMERJ
março 16th, 2010 at 11:59
A POLÍCIA NÃO OUVE SEUS INTEGRANTES. HÁ POLICIAIS QUE EXERCEM DETERMINADA FUNÇÃO INSATISFEITOS. OUÇAM A TROPA, EXAMINEM SUAS OPINIÕES. MUITAS DAS VEZES PODE-SE RESOLVER PROBLEMAS COM SIMPLICIDADE E RAPIDEZ. BASTA OUVIR A TROPA. EU POR EXEMPLO SOU FORMADO EM RADIOLOGIA, GOSTARIA MUITO DE TRABALHAR NO HOSPITAL DA POLÍCIA, PORÉM VÁRIOS PEDIDOS JÁ ME FORAM NEGADOS. SAI CONCURSO INTERNO NA ÁREA DE SAÚDE, MAS QUANDO SE FICA SABENDO O PRAZO PARA INSCREVER-SE JÁ EXPIROU. É LASTIMÁVEL.