Hoje, 8 de março, Dia Internacional da Mulher, não podemos deixar de homenagear aquelas que, por muito tempo, foram alijadas da participação ativa nos rumos da sociedade. Os motivos tem raízes e explicações diversas, não cabendo a discussão neste espaço. Também não pretendo discutir a presença das mulheres nas organizações policiais, algo inquestionável, tanto pelas características marcantes nas competências femininas, quanto pelo simples e firmado direito de tratamento isonômico entre as pessoas, independentemente do sexo (ou opção sexual). Clique na imagem acima e assista uma entrevista do G1 a uma Coronel da Polícia Militar de São Paulo, PMESP, onde ela responde a perguntas sobre a presença da mulher em uma PM.
Luciana
março 8th, 2010 at 23:31
Parafraseando a Major Mírian, em seu livro – A Major da PM que tirou a farda, “A mulher é o outro da necessidade do homem. A policial militar feminina não é o outro da necessidade do policial militar masculino.”
A identidade feminina é posta em cheque diante da transição civil-militar, a força precisa encontrar coerência com a sensibilidade. A percepção da realidade superdimensiona-se, necessitando ser duplamente competente para obter reconhecimento, para fugir dos clichês do senso comum. Afinal, em nossas muitas jornadas somos muitas em apenas uma, super-mulher – mãe, esposa, namorada, policial, amiga… simplesmente mulher em todas as suas tensões pré e pós.
Precisamos ir de Maria Quitéria à Leila Diniz.
Toda mulher quer ser amada
Toda mulher quer ser feliz
Toda mulher se faz de coitada
Toda mulher é meio Leila Diniz.
(Rita Lee)
raquel
março 9th, 2010 at 17:20
oi tdb com vcs meu nome é raquel eu estudp no brizolaõ
Donna
março 9th, 2010 at 19:43
Grdeat stuff. http://www.investigadordepolicia.blog.br rocks.