A tecnologia no campo da segurança pública pode e deve auxiliar as polícias no desempenho das ações correcionais e no respeito aos direitos humanos. Grande iniciativa nesse sentido é a intenção das polícias do Rio de Janeiro, que pretendem utilizar munições com corantes em suas ações, visando identificar a origem dos disparos efetuados por policiais. Caso seja estabelecida, a medida dotará cada unidade policial com uma cor de munição. Apenas a questão logística está pendente, já que será preciso a produção em escala industrial para as polícias aderirem ao recurso. Clique na imagem e veja a matéria completa na Folha de São Paulo.
William
julho 27th, 2010 at 13:27
E quando os bandidos conseguirem munição desviada com corante com é que fica?
ricardo
julho 27th, 2010 at 20:19
Não vai funcionar nunca, alem dos bandidos conseguirem essas munições coloridas, os policiais de uma area(cor) vão ter munição de outra área(cor) e ae poderão tirar cada um o “seu” da reta.
Centurião
julho 27th, 2010 at 22:22
Coisa de policiólogo.
AL SD PM Gleidson
julho 27th, 2010 at 22:25
Na minha opinião isso ai é política, como diz o ditado “lei pra inglês vê” não tem fundamento e é totalmente falho essa idéia
SGT PM Adson
julho 27th, 2010 at 22:53
De que adianta colorir as munições se a cor do sangue das vitimas ( Policiais e/ou civis ) é a mesma.
BRUNO NORO/RJ
julho 28th, 2010 at 4:55
ahahaha essa foi ótima…daqui a pouco vem com munição rosa choque…porra mermão, aí ninguém guenta!!!
Querem acabar com minha polícia cara! Antes de nós, só Deus e a mamãe…e o pior é que, se deixar, essas merdas vingam…não duvido de mais nada!
Cidadãos…tens alguma paz em vossa casa? Se a tens, mesmo que apenas por alguns momentos, isso é o “controle do caos”, em andamento…
É por conta desses policiólogos que a coisa às vezes não anda…mas somos bravos, perdemos muitos (pra morte e pro crime), mas nos mantemos de pé!
Gerson
julho 28th, 2010 at 10:04
Muito embora aparente ser uma solução, servirá para incriminar com maior facilidade o policial que sobe nos morros em defesa do patrimonio e vida alheia. Nota-se que a adoção será uma ação erronea, isso visto as deficiências dos aparelhos de controle do Estado, aliada ao domínio tecnologico das faccções criminosas.
É notório que haverá um derrame em massa desse tipo de munição nas favelas a fim de justificar as mortes e atribui-las às policias.
Ademais, percebe-se que há sim uma mobilização voltada para crimializar todo o corpo policial, sem preocuparem-se com a grande maioria de cidadãos sérios que prestam excelente serviço. Analiza-se a “parte como o todo”, porque é o que vende na mídia.
valmir
agosto 4th, 2010 at 15:27
senhores policiais, quem tem essas ideias são os inoperantes que ficam artras dos birôs acatanto ordens de politicos que não intende de policia,que vem com essas ideis dos direitos humanos que alias quando esse defenssor de bandidos foi criado (direitos humanos) dai pra cá os cidadãos acabaram a paz porque a infestação de bandidos está demais.
João Douglas (Douglas Marinheiro)
agosto 26th, 2010 at 11:47
Por quê somente ações restritivas contra as Forças Policiais? Não seria melhor ações no sentido de valorizar o policial, antes de tudo um cidadão imbuído, claro que por opção, da responsabilidade de garantir a lei e a ordem e que combate no dia a dia situações que pouquíssimos de nós teríamos condições de enfrentar? Os entreveros: acesso da marginalidade a esses tipos de munição; acesso de maus policiais a essa munição dissonante do relativo batalhão e outros mais que se relacionados extenderiam, e muito, essa explanação. Então, configura-se uma situação de pleno desprestígio ao militarismo policial. Entendo como estapafúrdios esses “projetos”. Senhores líderes, pensem em coisas mais efetivas!!!