Airsoft – Esporte e Técnica Policial

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Um grande desafio para a atividade policial é a simulação das complexas situações que vivenciamos no dia-a-dia em cada ocorrência. Treinar se aproximando da tensão de tiroteios, abordagens a suspeitos, incursões em ambientes inóspitos etc, é ao mesmo tempo imperioso e complicado. Nesse sentido, um grande aliado na simulação da realidade policial é o Airsoft, um esporte praticado em vários países do mundo, que utiliza réplicas de armas de fogo para simular combates policiais e/ou militares.

Existem três tipos de armas utilizadas no Airsoft, elétricas, a gás e a mola, sendo as primeiras mais utilizadas pelos entusiastas do esporte. Porém, para efeitos legais, as armas de Airsoft são consideradas “Armas de Pressão”, conforme a Portaria 006 D-LOG do Exército Brasileiro. Por isso, a princípio, a única restrição na compra das armas, que devem ter calibre de, no máximo, 6 mm, é ser maior de 18 anos.

Leia mais sobre armas de pressão.

É incrível como as armas do Airsoft se parecem com armas de fogo reais. Aliás, todos os detalhes do esporte visam essa simulação, onde roupas, ambientes e situações devem chegar o máximo possível da realidade.

Airsoft e Paintball

Uma pergunta que sempre surge no momento de escolher alternativas técnicas para a simulação no treino policial é: qual a diferença entre o Airsoft e o Paintball? Basicamente, podemos elencar os seguintes aspectos:

1. O preço da munição é mais barato no airsoft;
2. No airsoft utilizam-se armas de pressão, que são réplicas externas de armas de fogo reais e com isto temos mais realismo nos jogos;
3. Os tiros não machucam tanto quanto o paintball, pois os projéteis não precisam estourar;
4. A roupa e os equipamentos não ficam manchados de tinta;
5. Busca-se a realidade, tanto nas armas, como nas vestimentas e no comportamento tático dos jogadores;
6. A HONRA é a base do esporte.

As munições do Airsoft são conhecidas como BB’s, que são de plástico ou metal, não possuindo qualquer mecanismo explosivo. Polêmicas à parte, é indubitável que em questão de simulação da realidade, o Airsoft ganha do Paintball, já que as armas deste último costumam ter pouca semelhança com armas reais. Vide a opinião de um dos nossos leitores quando escrevemos sobre o Paintball:

A única desvantagem é que o Airsoft não mancha os combatentes alvejados com tinta, daí a necessidade da “honra”, princípio central do esporte, que leva os participantes atingidos a se acusarem de pronto. Mas sem honra, até mesmo no paintball pode-se apagar a tinta e continuar no jogo, mesmo tendo perdido, não é verdade?

Como usar?

O Airsoft é esporte, diversão e um bom equipamento para treinamento policial. Em cada lugar do mundo ele é utilizado de diversas formas, com regras variadas, conforme os objetivos de quem pratica – desde o combate entre times até o treinamento sniper.

Imagine uma aula de abordagem numa academia de polícia, onde armas de Airsoft são utilizadas, possibilitando a análise da verdadeira aplicabilidade e eficácia das técnicas?

Naturalmente, como qualquer ocasião em que armas estejam envolvidas, os procedimentos de segurança são indispensáveis. No caso do Airsoft, a atenção deve estar principalmente na devida proteção dos olhos, já que as munições não chegam a causar danos significativos a outras partes do corpo.

Quartel General Airsoft

Além da segurança indispensável aos olhos, outra recomendação é a compra de equipamentos de Airsoft em fornecedores confiáveis e legalizados. Aos leitores do Abordagem Policial, indico a Quartel General Airsoft, parceira do nosso Blog, especializada em equipamentos de Airsoft, onde você poderá encontrar equipamentos táticos, baterias e munições, e, obviamente, armas – pistolas e armas longas.

A empresa, que surgiu da paixão de seus fundadores pelo Airsoft, foi fundada no final de 2008, sendo registrada pelo Exército Brasileiro, tendo sua autorização para comercializar todos os produtos controlados que são importados. Quando chegam ao Brasil, são devidamente inspecionados e após os demais trâmites legais, são liberados para comercialização.

Quando o assunto é arma e técnica policial/militar – mesmo que seja simulação – confiança é indispensável.

Comments

  1. Por Dafnis

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  2. Por Fabiano

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  3. Por Moreira

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  4. Por Moreira

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  5. Por geraldo magela

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  6. Por Robson L Tobias

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