Belíssima cena da banda da Polícia Militar de Minas Gerais tocando Aquarela Brasileira durante protestos ocorridos em Teófilo Otoni. De arrepiar… “Brasil! Meu Brasil Brasileiro”.
Atribuem ao General Osório a frase: “A farda não abafa o cidadão no peito do soldado”. Situação complicada.
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A Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), que protagonizou cenas de repressão aos protestos que agora ocorrem em todo o Brasil, foi surpreendida com uma matéria publicada pelo IG hoje, onde afirma-se que o Comandante Geral da PMESP sugeriu que a pauta dos protestos incluísse a prisão dos mensaleiros (boa parte deles do Partido dos Trabalhadores).
Detalhe: o governador do Estado de São Paulo é Geraldo Alckmin, do PSDB:
O comandante-geral da Polícia Militar de São Paulo, Benedito Roberto Meira, sugeriu aos representantes do Movimento Passe Livre (MPL) que incluíssem na pauta de protestos pedido de prisão dos condenados do processo de Mensalão, segundo relato ao iG de dois participantes da reunião.
Segundo participantes da reunião, Meira teria dito que foi um erro da polícia (ação da Tropa de Choque), que é a favor das manifestações não só pelas passagens, mas que tem muita coisa errada, como os mensaleiros. Ainda conforme os relatos, os representates do MPL, ignoraram a sugestão do coronel, que foi interpretada como uma tentativa de politizar a manifestação.
Por volta das 14h50, o iG foi procurado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP) para dar esclarecimentos. Segundo o órgão, Meira falou: “Eu não estou aqui para discutir o mérito da manifestação. Gostaria que vocês fizessem outras manifestações como, por exemplo, contra a impunidade e pela prisão dos mensaleiros”. Ele fez a afirmação como cidadão, segundo a SSP, a fala pessoal não reflete a posição do governo do Estado.
“Ele queria demarcar uma posição”, explicou Mayara Vivian uma das representantes do MPL, que também participou do encontro. Manifestantes rejeitaram também todos os pedidos feitos pelo secretário de Segurança Pública do Estado, Fernando Grella.
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1. As manifestações têm o povo como protagonista, sem liderança formal estabelecida. A pauta são as insatisfações com o Poder Público, cristalizado nas decisões políticas dos governantes. Você tem este tipo de insatisfação? Considere a resposta quando estiver atuando;
2. A doutrina de policiamento de choque não está sendo utilizada na maioria dos casos. Após algumas ações desastrosas nos últimos dias, os governos perceberam a dimensão das mobilizações e determinaram apenas o acompanhamento e a garantia da realização dos protestos. Não tente bancar o “choqueano” sem necessidade;
3. Sempre que possível, use o diálogo. Mostre que sua presença e a presença policial visa garantir que a manifestação ocorra, e não reprimir desnecessariamente a liberdade de expressão da população;
4. Seja simpático. Aceite as flores dos manifestantes. Se conveniente, sorria. Se seguro e adequado, pose para fotos caso seja convidado. Simbolize a polícia ao lado do povo;
5. Não tome atitudes isoladas de repressão. Caso alguém aja com extremismo, lembre que a esmagadora maioria está ali para reivindicar pacificamente, de modo que a agressão a quem não está praticando violência será uma grande injustiça;
6. Não descuide de sua segurança. Há sempre a possibilidade do policial ser tomado como símbolo do Estado, e algum extremista tentar lhe agredir. Esteja sempre atento;
7. Lembre que o mesmo Estado que afaga atualmente as manifestações (por verem sua força), tentou reprimi-las recentemente. A equação política, agora, está invertida: quem tentar reprimir as manifestações não receberá afagos;
8. Caso precise reprimir violência lembre de ser proporcional, justo e moderado;
9. Se informe sobre o que está acontecendo. Como policial, você tem um grande potencial de mudança de paradigmas e posturas junto à sociedade;
10. Você faz parte das manifestações. Provavelmente defende as mesmas causas (ou tem as próprias causas a defender). Nos protestos, a diferença entre você e os demais cidadãos é funcional: você garante a segurança para que os protestos ocorram. Os demais falam, gritam, suspendem bandeiras e cartazes.
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Em São Paulo, que viveu dias de confronto, a polícia garantiu a paz da manifestação:

No vídeo, policiais militares de Minas Gerais atirando contra manifestantes. Um dos PM’s se exaltou e agrediu desnecessariamente uma mulher:
Também em Minas, policiais fizeram pouco da informação de que alguém tinha caído do viaduto. Postura infeliz:
Na Bahia, policial militar gostou do que viu e fotografou:

No Rio de Janeiro, policiais militares entraram em confronto com extremistas que utilizaram a violência contra o patrimônio (especificamente a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) e contra policiais. Este PM ficou ferido:
PM’s atiraram com fuzil e pistola durante os protestos:
Tem fotos/vídeos mostrando a atuação da polícia em sua cidade nesta terça? Envie para abordagempolicial@gmail.com para publicarmos neste post.
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Cercada por manifestantes, em contato com um superior que parece ter sido o Comandante Geral da PMMG, a Coronel PM Cláudia Romualdo aparece mais uma vez com espontaneidade e integridade, após ter garantido que manifestantes protestassem pacificamente no último sábado. Desta vez, parece ter havido variáveis alheias a sua vontade:
Clique e veja o vídeo!
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Acaba de surgir a informação de que policiais militares e bombeiros do Rio de Janeiro estão se integrando às manifestações que ocorrem no estado. A fonte é o ex-bombeiro Benevoluto Daciolo, conforme divulgou o jornal O Globo:
Benevoluto Daciolo, expulso do Corpo de Bombeiros por liderar o movimento da corporação por melhores salários, está entre os manifestantes que ocupam as ruas do Centro. Segundo ele, há 200 bombeiros e policiais militares infiltrados no protesto. Ele afirmou que, a partir de quinta-feira, os militares comparecerão à passeada vestidos de vermelho.
— Queremos um movimento pacífico e ordeiro. Nossa manifestação é por redução do preço das passagens, pela melhoria das condições de saúde da população e por segurança.
Se são cidadãos e não estão usando de violência, a participação é legítima.
ATUALIZAÇÃO 1:
A Polícia Civil de Minas Gerais também foi para as ruas. E colocou faixas em vários idiomas:

ATUALIZAÇÃO 2:
Policiais Militares do Estado de São Paulo deram uma demonstração de apoio às manifestações. Sentaram-se com participantes dos protestos e foram aplaudidos:
Durante os protestos em São Paulo, na noite desta segunda-feira, um grupo de cerca de 10 policiais militares acompanharam ativistas e se sentaram na avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini. Eles foram aplaudidos por integrantes do protesto.
“Isso é uma demonstração de respeito da Polícia Militar à vontade política da população”, diz Matheus Prei, integrante do Movimento Passe Livre e que acompanha os policiais. “Estamos vivendo uma experiência que nunca vivemos. Estamos aprendendo com essa passeata. Quando a gente não é reprimido, a gente consegue manter o controle das pessoas e não tem vandalismo, nem violência.”
Vejam a foto:

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Fui entrevistado pela Revista Galileu, em uma matéria tratando dos protestos que ocorrem no Brasil e da atuação policial nestas manifestações. Clique na imagem acima para ler a íntegra da matéria: “Redes sociais colocaram um novo desafio para o controle de distúrbios“.
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Um vídeo que circula nas redes sociais mostra um suposto policial militar dando um depoimento emocionado sobre as circunstâncias em que está sendo submetido nos atuais protestos que ocorrem no Brasil, principalmente em São Paulo. Choroso, o PM alegas suas dificuldades de sobrevivência e de atuação:
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Circula nas redes sociais o vídeo a seguir, onde manifestantes reconhecem as carências vividas pelos policiais ao tempo em que enaltecem seu heroísmo. Na produção, o policial é colocado como partícipe da mesma sociedade que está nas ruas reivindicando. “Seu juramento não é para governantes e partidos, é para a Pátria”, dizem.
#oGIGANTEacordou. Não deixem de ver…
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- “Militarização da internet é inevitável”;
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- Choque e bomba não serão usados em novo protesto;
- 27 cidades no exterior apoiam protestos no Brasil;
- Protesto fecha rodovia em Minas;
- O poder público não consegue entender as manifestações;
*A série “Links Policiais da Semana” é publicada todo domingo, e traz uma compilação dos principais fatos, notícias e curiosidades sobre polícia e segurança pública no Brasil e no Mundo que foram destaque na semana que passou.
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Do Vida Besta.
*Tirinha Policial é uma série de posts publicados no blog Abordagem Policial, com tirinhas ou charges que se relacionam direta ou indiretamente com o contexto da segurança pública.
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Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) atua nos protestos contra o aumento da tarifa de transporte público.
Foto: Brasil de Fato.
*A seção “Uma Polícia” traz fotos e vídeos que apresentem ao leitor do Abordagem Policial imagens de polícias em todo o mundo.


























