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Bombeiro Militar

O impasse entre os bombeiros militares do Rio de Janeiro e o Governo do Estado continua. Neste momento, duas questões estão pendentes, primeiro, a anistia dos mais de 400 bombeiros presos por terem invadido o Quartel Central do CBMERJ, algo prioritário para a categoria, mas que depende da mobilização do Congresso Nacional, pois as infrações que os bombeiros são acusados de cometer decorrem de Lei Federal. Um dos líderes do movimento dos bombeiros, cabo Laércio Soares, expressou ao Jornal O DIA a importância da anistia: "Queremos ter um salário digno, mas não adianta só isso. Não adianta eu ganhar R$ 5 mil por mês e ter um companheiro meu preso - eu estaria preso com ele. Então queremos a anistia para os bombeiros que estavam presos, retornar ao trabalho em boas condições e ter o nosso salário mais digno" Clique para ler a matéria... A outra reivindicação é a que originou o movimento, o reajuste dos aviltantes salários da categoria, que recebe menos de R$1.000,00 reais líquidos. O governo se manifestou no sentido de conceder 5,5% de aumento salarial, e criar gratificações originados dos recursos do Fundo Especial do Corpo de Bombeiros (Funesbom) - mais um penduricalho no contracheque, que não representa aumento salarial efetivo. Segundo o Governo, "o Rio possui o maior efetivo de bombeiros militares do país, com 16.550 homens na ativa", o que reduziria o poder do estado reajustar salários. (mais…)

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