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Curiosidades

Um novo desafio se avizinha para o ideal de uma sociedade desarmada: através de impressoras 3D, máquina que constrói peças plásticas a partir de um modelo formulado no computador, já há quem produza peças de armamentos e até armas de fogo inteiras "artesanalmente". Assim como podemos baixar uma imagem na internet e imprimi-la no papel em uma impressora (neste caso, a impressão é "2D"), as impressoras 3D permitem que o mesmo seja feito, mas construindo o objeto de fato. Este vídeo mostra como esta possibilidade está gerando polêmica nos Estados Unidos. Leiam a matéria tratando do assunto: Desde que as impressoras 3D chegaram, temos visto coisas incríveis serem desenvolvidas com elas, desde peças simples até mesmo objetos mais complexos. Recentemente, surgiu em um blog especializado em armas uma postagem de um dos usuários, em que um homem alega ter construído armas de verdade com uma impressora 3D. E o mais impressionante: elas funcionam perfeitamente, inclusive atirando balas de verdade. Esse é o primeiro registro de uma arma funcional criada com uma impressora 3D. O equipamento usado foi uma Stratasys 3D Printer e as armas criadas foram uma pistola .22 e uma .223, ambas perfeitas réplicas em tamanho real. O atirador alega que disparou mais de 200 vezes e as armas funcionaram perfeitamente. O atirador disponibilizou o projeto dos equipamentos na internet para quem quiser tentar. Entretanto, é sempre bom alertar que esse projeto é algo que deve ser feito somente por especialistas em armas. Além de ser muito perigoso manusear tais equipamentos, o plástico não é exatamente o material mais adequado para a construção de armas de fogo. Elas podem explodir e causar sérios ferimentos ao atirador, podendo, inclusive, levá-lo à morte. É realmente maravilhoso ver o que as impressoras 3D podem fazer. Em breve, poderemos fazer o download de praticamente qualquer coisa e construir tudo em casa. Que tal baixar um carro de verdade na internet? Em um futuro não muito distante, pode ser que isso seja possível. Leia no Tecmundo... Difícil enxergar o futuro da segurança pública onde organizações criminosas, tais quais as existentes no Brasil, possuam cacife financeiro para bancar minifábricas de armamentos, e a distribuição destes artefatos se torne mais popularizada. Começar a discutir esta possibilidade é urgente.
Alta madrugada em uma casa de família, a criança ouve um barulho e acorda assustada, corre ao quarto dos pais e diz que há alguém no quintal. O pai vai ao funda da casa, assustado, e, de fato, percebe que no quarto da empregada doméstica, que está vazio, algo se mexe. Com receio de entrar no local, a polícia é acionada para entrar e constatar que uma ratazana fazia a festa entre a bagunça do quarto. A cena acima parece trivial, mas conta com uma dose de risco significativa para os policiais, que adentram a edificações suspeitas sem saber o que lhes espera. Em vez de um simples rato, algum suspeito em fuga ou mesmo um assaltante pode estar à espera da entrada dos policiais para oferecer reação e, talvez, vitimar algum policial. Um equipamento muito interessante foi desenvolvido por uma empresa norte-americana visando diminuir os riscos de situações do tipo, e outras bem mais perigosas, como o caso de gerenciamento de crises com reféns: um radar portátil que possibilita saber se há pessoas atrás de uma parede. O RANGE-R detecta até mesmo movimentos pouco sensíveis, como a respiração humana, a uma distância de 50 metros, mesmo tendo paredes, pisos e tetos construídos de concreto armado, blocos de cimento, madeira, tijolo, vidro e outros materiais comuns não metálicos de construção. O índice de acerto? Noventa e cinco por cento! Para operar o aparelho, basta apontá-lo para o alvo desejado (a parede) e apertar os botões que dentro de 3 segundos o resultado é exibido em sua tela. O site da fabricante não informa o preço do produto. Se é uma realidade distante para ser democratizada entre todas as unidades policiais, não parece inalcançável para grupos táticos que lidam com eventos de grande risco.

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