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Informes

Naturalmente, o ofício policial expõe os profissionais a riscos: não é incomum que durante sua atuação alguma lesão à integridade do homem ou mulher policial ocorra, às vezes culminando com a letalidade, onde a perda de um guardião da sociedade ocorre. Pensar em minimizar esses riscos é o primordial para tratar humanamente o policial. Secundariamente, é preciso garantir que, no caso da falta do policial, a família contará com o devido apoio. É com bons olhos, pois, que enxergamos a medida anunciada pelo Ministério da Educação, que pretende custear a educação de filhos de policiais mortos até o ensino superior: O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, disse nesta quinta-feira (7) que o governo federal está terminando de formular um programa de bolsas para filhos de policiais brasileiros assassinados. A ideia é garantir o estudo dos jovens até o fim do ensino superior. — Nosso objetivo é garantir a educação enquanto o jovem tiver interesse em estudar e estiver dentro da faixa de educação. Se ele estudar em escola pública e universidade pública, estamos garantindo o direito dele, se for particular, ele vai ter bolsa integral no padrão ProUni (Programa Universidade Para Todos). De acordo com o ministro, os estudos para encontrar esses jovens, identificar a faixa etária e nível de estudo já está sendo finalizado e o projeto será enviado ao Congresso Nacional ainda este ano. Além do ensino fundamental, médio e superior, o governo também quer oferecer aos jovens cursos de ensino técnico. — Esse programa vai ser destinado também a agentes penitenciários e todos que perderam a vida trabalhando, assassinados de forma covarde pelo crime organizado. Nós temos que garantir a educação desses jovens que perderam seus pais. Hoje 1.952 professores trabalham no sistema prisional, sendo 18% deles em cursos de alfabetização, 63% no ensino fundamental, 16% no ensino médio, 2,9% no ensino técnico e 0,1% ensino superior. Ao todo, 51. 722 presos estudam nos presídios. Em 2013, 602 presos se inscreveram no ProUni e 1.166 inscritos se inscreveram no Sisu. Apenas 13 presos foram chamados na primeira chamada do Sisu (Sistema de Seleção Unificada). Leia no R7...
O Ministério da Justiça, através da Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), acaba de abrir as inscrições para o Ciclo 25 dos Cursos de Ensino à Distância (EAD). Podem fazer os cursos policiais federais, rodoviários federais, civis, militares, guardas municipais e agentes penitenciários. Ao todo, são 66 cursos, de temáticas variadas, ligadas ao tema da segurança pública, com duração de 40 ou 60 horas. As inscrições podem ser efetuadas entre os dias 10/05/2012 e 12/05/2012. Caso o limite de 200 mil vagas abertas não seja preenchido, o aluno já inscrito nesta primeira fase poderá se inscrever em um novo curso entre os dias 13/05/2012 e 14/05/2012. É bom lembrar que a realização de cursos oferecidos pela SENASP é critério para o recebimento do Benefício Social Bolsa Formação, cerca de R$400,00 mensais oferecidos àqueles profissionais de segurança pública que preencherem todos os requisitos abaixo: 1. Receber remuneração mensal bruta de até R$ 1.700,00 (mil e setecentos reais). Considera-se remuneração mensal o salário bruto excluído férias e 13º. 2. Não ter sido responsabilizado ou condenado pela prática de infração administrativa grave, nos últimos cinco anos; 3. Não possuir condenação penal nos últimos cinco anos, e 4. Frequentar, a cada doze meses, ao menos um dos cursos oferecidos pela Secretaria Nacional de Segurança Pública ou pelo Departamento Penitenciário Nacional do Ministério da Justiça. Clique aqui e faça sua inscrição em um dos cursos EAD SENASP.

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