12 cuidados para a prevenção de acidentes no trânsito 
5 fatores pouco conhecidos sobre a operacionalidade policial 
O Significado das Placas de Trânsito no Brasil 

Tutoriais

Por que doze? Doze é um número intrigante e muito simbólico. Doze é o número de apóstolos de Cristo, doze é o número de signos do zodíaco, doze é o número de meses do nosso calendário, doze é a quantidade de países independentes da América do Sul, doze são os ciclos lunares durante um ano solar, dúzia, uma das bases numéricas da civilização Suméria, é uma coleção de doze. Interessante, não é? Com base na importância e no simbolismo do doze, foi  escolhido este número para relembrar de algumas interessantes dicas para a segurança no trânsito, são elas:  Calibrar adequada e regularmente os pneus do veículo colabora para diminuir o desgaste deles, reduz o consumo de combustível e ajuda para que a frenagem seja mais eficiente e eficaz; As lanternas de freio em bom funcionamento reduzem em mais de 29% o risco de colisões traseiras, portanto, é importante manter os equipamentos de sinalização e iluminação em boas condições, sem alterá-los, bem com os faróis devidamente regulados; Dirigir estando bem, física e mentalmente, sem o efeito de medicamentos, drogas, álcool, sem cansaço excessivo ou sono é indispensável; Diminua a velocidade ao aproximar-se das “cabeceiras” de pontes, pois normalmente há umidade acumulada e desnível no pavimento; Ao percorrer uma curva evite movimentos bruscos na direção e frenagens ou acelerações bruscas, diminua a velocidade antes de transitar nela; Transitar com os faróis baixos ligados durante o dia, torna 64,3% mais visível o seu veículo, evita acidentes, faz com que seu veículo seja visto a maior distância; O cinto de segurança é obrigatório a todos os ocupantes do veículo. Em caso de acidente evita que os ocupantes sejam projetados para fora, que choquem-se uns nos outros e nas partes duras do veículo; Manter a distância frontal de segurança evita colisões na traseira de outros veículos, cansa menos e colabora para efetuar ultrapassagem com segurança, pois você verá uma distância maior da rodovia à sua frente; Nos cruzamentos, atingir o centro da via transversal para dobrar à esquerda evita muitos acidentes; Respeitar o direito à preferência nas rotatórias, nas rodovias e quando veículos transitarem em local não sinalizado. Em direções que se cruzem, respeite o direito de preferência ao veículo que estiver à direita; Sinalizar com os indicadores de mudança de direção (“pisca-pisca”) antes das manobras colabora para que os outros condutores façam a previsão dos atos de quem sinaliza, evitando acidentes; A sinalização das vias públicas equivale às dicas de um navegador experiente e que conhece perfeitamente as características da via, portanto, é importante que seja obedecida. A listagem de dicas importantes, não termina aqui. Importantíssimo lembrar que as ruas, estradas e rodovias são espaços públicos, isto é, de propriedade de todos, portanto, são locais onde deve prevalecer os atos de cortesia, de calma, de respeito mútuo e de civilidade.
Quem é policial está acostumado a ouvir muitos mitos e desconhecimentos sobre o funcionamento do seu trabalho. Inspirados por filmes, boatos e suposições, muitos (não-policiais) ignoram os verdadeiros desafios dessa profissão. Para desmistificar alguns aspectos bastantes simples criei essa lista com 5 fatores pouco conhecidos sobre a atividade policial. São aspectos gerais, que podem variar de realidade para realidade, mas que se aplicam à maioria dos trabalhadores policiais: O fardamento/equipamento do policial gera incômodo Quando um policial que atua na operacionalidade está devidamente equipado, o peso e as dimensões dos acessórios diminuem a mobilidade do policial, gerando desconforto e mais cansaço que um traje comum. Mesmo o mais confortável material tem seu ônus, embora o incômodo seja cada vez mais reduzido em equipamentos mais modernos (coturnos, fardamento, cintos e coletes). Para garantir proteção individual o "preço" a se pagar é algum desconforto. Atirar na perna é muito difícil e arriscado Talvez influenciados pelas cenas dos filmes de Hollywood, é comum ver pessoas apontando como alternativas para ações policiais equivocadas simplesmente "dar um tiro na perna". No momento em que uma ocorrência policial está se desenrolando a tensão e a rapidez do momento geralmente tornam esse tipo de disparo muito arriscado. Mesmo bons atiradores podem errar. Além de possibilitar que inocentes saíam feridos (o projétil pode ricochetear no chão, por exemplo, e atingir alguém), o policial pode estar correndo risco caso o suspeito esteja armado. Ocorrências de pouco risco são a regra Mesmo no cenário de violência abundante no Brasil ainda é exceção no serviço policial a atuação em contextos de alto risco. Salvo unidades especializadas nesse tipo de ação, que geralmente são empregadas em casos extremos, o normal é que policiais precisem mediar pequenos conflitos e desentendimentos na maior parte do tempo. Mas aí vai um alerta: a qualquer momento algo muito arriscado pode ocorrer, e o policial precisa estar preparado - sem confundir a ação em ambiente de risco com a ação em ambiente de mediação. O motorista da viatura é quem corre mais risco Imagine ter que dirigir, estar atento a alguma ocorrência que surja e, em caso de infração de trânsito ou qualquer dano na viatura, ser responsabilizado por isso. Esse é o desafio do motorista de viatura, que sempre estará mais vulnerável que os demais membros de uma guarnição - além de se cansar mais. Muitas polícias, considerando esses fatores, acabam pagando uma gratificação diferenciada a esses policiais. Se alimentar geralmente é um problema Imagine estar se deslocando para almoçar, durante o serviço, e ser chamado para atender uma ocorrência. Ou então atender uma ocorrência alguns minutos antes do horário de lanche e precisar se ocupar algumas horas com a lavratura de um flagrante na delegacia. Esses casos, e outros tantos, são bastante comuns durante o serviço operacional, o que acaba desregulando todo o planejamento alimentar dos policiais.
A Copa do Mundo do Brasil já está em andamento, e centenas de milhares de policiais estão envolvidos direta ou indiretamente no policiamento voltado para o grande evento. Já que temos Copa, vale a pena cada policial refletir sobre o que deve caracterizar sua atuação nesse período. Seguem algumas dicas: Você não trabalha para a FIFA Embora vários recursos públicos e até medidas jurídicas extremistas tenham sido adotadas para que a Copa do Mundo ocorra no Brasil, vale lembrar que os policiais são servidores públicos, e não funcionários da Federação Internacional de Futebol (FIFA). Agir com paixão em defesa dos interesses privados de uma organização privada que está organizando um evento privado é deveras arriscado e incoerente com o mandato policial, que tem natureza pública. Não se envolva nas provocações Alguém tem dúvida de que a polícia será alvo de provocações nas manifestações que por ventura ocorram? Seja por atuações controversas seja por materializar-se na mais próxima e visível representação do Estado enquanto os protestos ocorrem, a tendência natural é que a polícia seja alvo de pilhérias e palavras de desafio. Não se envolver com essa atmosfera é essencial para não perder a cabeça e evitar agir desastradamente. Se for necessário reprimir, seja pontual É dever do policial coibir crimes cometidos por manifestantes (dano ao patrimônio público ou privado, por exemplo). Porém, é importante ressaltar que quando o uso da força se fizer necessário ela deve ser utilizada pontualmente, não se justificando assim estender a ação de repressão contra quem não está praticando crimes. Lembre-se do valor da Liberdade de Expressão Nós, policiais (principalmente os militares), sabemos bem o quanto é danoso ter restrita a Liberdade de Expressão. Cotidianamente reclamamos das dificuldades de nos opor a políticas de ocasião que são danosas à categoria e às instituições policiais. Generalizar qualquer manifestação como "vandalismo", criminalizando a Liberdade de Expressão, é fazer com que as tais políticas de ocasião prevaleçam dando as cartas sem qualquer oposição legítima. Onde a corda arrebenta? Ações abusivas praticadas por policiais em manifestações ultimamente tem gerado muita audiência e repercussão. Não há governo, chefe ou comandante que consiga estancar o sangramento da reputação de um policial que tenha se excedido em serviço. Não há governo, chefe ou comandante que "aliviará" na adoção de medidas legais contra policiais que cometam abusos públicos. Pense nisso! Ative sua "calculadora" de bens jurídicos Considerando tudo o que foi dito acima, fica como última palavra o tradicional "bom senso", que nada mais é que o resultado das contas acertadas entre os bens jurídicos que o policial têm que lidar. Dentro do que a lei permite, há muito a ser feito para dosar adequadamente as medidas adotadas nas diversas situações de infração. Ser proporcional é fundamental!
1. Mantenha os faróis do veículo acesos, do pôr do sol ao amanhecer; 2. Não transite com luz alta em vias providas com iluminação artificial; 3. Observe regularmente o funcionamento do lavador do para-brisa e o nível de água no reservatório; 4. O triângulo luminoso de "bolinhas" , além de refletir pouca luz, não é regulamentar; 5. Instale o triângulo luminoso há mais de 30 metros do veículo nos casos de estacionamento emergencial (pane mecânica, por exemplo) ; 6. É proibido estacionar no acostamento, salvo em emergências; 7. Mantenha a distância de segurança frontal e lateral, use a "regra dos dois segundos" para a distância frontal; 8. Não jogue objetos para fora do veículo, podem assustar outro motorista, danificar outro veículo ou poluir a natureza; 9. Não ultrapasse em pontes, viadutos, túneis e curvas; 10. Antes de pôr o veículo em movimento: verifique a CNH e o CRLV (é proibida a plastificação) coloque o cinto, regule os espelhos e bancos, observe o nível de combustível, água, óleo, estado e pressão dos pneus (inclusive o estepe); equipamentos de iluminação (faróis regulados) e de sinalização e demais equipamentos obrigatórios; 11. Lembre-se de que com velocidade excessiva haverá menor comando sobre o veículo, consequentemente haverá maior risco de acidentes em caso de imprevistos; 12. Leia o Código de Trânsito Brasileiro e coloque em práticas as regras. A Inglaterra foi o primeiro país do mundo a ter um código de trânsito; hoje o Highway Code (código de trânsito inglês) ainda é um dos Best Sellers. Bem, pensando bem, poderia também ser utilizado o título: doze dicas para proteger a vida humana.
Uma das modas de muitos apaixonados por automobilismo é a customização de veículos assemelhando-os a carros de corrida, dotando o automóvel de características incomuns aos tradicionais elementos de fábrica. Faróis Xenon, película insufilm e outros equipamentos são adicionados às máquinas, que geralmente ganham um visual arrojado, garantindo as atenções ao passar nas ruas. Este hobby, entretanto, não pode desconsiderar aspectos fundamentais, como o respeito ao que exigem as normas de trânsito e a segurança do veículo. Neste sentido, vale atentar, inicialmente, para dois artigos do Código de Trânsito Brasileiro: Art. 98. Nenhum proprietário ou responsável poderá, sem prévia autorização da autoridade competente, fazer ou ordenar que sejam feitas no veículo modificações de suas características de fábrica. [...] Art. 106. No caso de fabricação artesanal ou de modificação de veículo ou, ainda, quando ocorrer substituição de equipamento de segurança especificado pelo fabricante, será exigido, para licenciamento e registro, certificado de segurança expedido por instituição técnica credenciada por órgão ou entidade de metrologia legal, conforme norma elaborada pelo CONTRAN. Especificamente sobre o caso da modificação da suspensão do veículo, tornando-o rebaixado, vale atentar para a Resolução do CONTRAN 262/2007, que proíbe a chamada "suspensão a ar": (mais…)
O Eleitor Segundo o que preceitua o Código Eleitoral (art. 236, caput), nenhuma autoridade poderá prender ou deter qualquer eleitor, desde 05 dias antes e até 48 horas depois do encerramento da eleição, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto. Fiscais de partido, mesários e candidatos O art. 236, § 1º, do Código Eleitoral veda a prisão de fiscais de partido e mesários durante o exercício de suas funções, salvo em flagrante delito. Já os candidatos não podem ser presos ou detidos, desde 15 dias antes das eleições, a não ser no caso de flagrante delito. Recomendações aos policiais - A Polícia Federal exercerá, com prioridade sobre as suas atribuições regulares, a função de polícia judiciária em matéria eleitoral, limitada às instruções e requisições do TSE, do TRE e dos Juízes Eleitorais, bem como do Ministério Público Eleitoral (Resolução TSE nº 23.363/2011, art. 2º, caput); - A Polícia Estadual, quando no local da infração não existirem órgãos da Polícia Federal, terá atuação supletiva em matéria eleitoral (Resolução TSE nº 23.363/2011, art. 2º, parágrafo único); - A autoridade policial, quando tiver conhecimento da prática de crime eleitoral, deverá informar imediatamente o Juiz Eleitoral competente, devendo adotar, se necessário, as medidas acautelatórias previstas no art. 6º do Código de Processo Penal (Resolução TSE nº 23.363/2011, art. 6º); - A Polícia Federal ou a Polícia Civil somente poderá instaurar inquérito policial para apurar crimes eleitorais mediante requisição do Ministério Público ou determinação da Justiça Eleitoral, salvo na hipótese de prisão em flagrante, quando o inquérito será instaurado independentemente de requisição (Resolução TSE nº 23.363/2011, art. 8º); - As autoridades policiais deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito pela prática de infração eleitoral, comunicando imediatamente o fato ao Juiz Eleitoral, ao Ministério Público Eleitoral e à família do preso ou a pessoa por ele indicada (Resolução TSE nº 23.363/2011, art. 7º, caput); - Ocorrendo qualquer prisão, o preso será imediatamente conduzido à presença do Juiz competente que, se verificar a ilegalidade da detenção, a relaxará e promoverá a responsabilidade do coator (CE, art. 236, § 2º); - Quando a infração for de menor potencial ofensivo, a autoridade policial elaborará termo circunstanciado de ocorrência e providenciará o encaminhamento ao Juiz Eleitoral competente (Resolução TSE nº 23.363/2011, art. 7º, § 8º); - O policial não deverá, por iniciativa própria, intervir no funcionamento de Mesas Receptoras; - "Qualquer do povo poderá e as autoridades policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito" (Art. 301 do CPP). Sendo a prisão efetuada por qualquer pessoa, deverá esta conduzir o infrator à presença da autoridade policial que fará o registro do ato e colherá o nome e dados do apresentante. É bom lembrar que este pequeno resumo, pautado na Cartilha confeccionada pelo TRE-MT e no Código Eleitoral, não substitui a leitura de toda a legislação pertinente.
1. Sua arma não lhe dá poderes sobrenaturais. Ou seja, tê-la na cintura não o torna invencível ou membro dos Avengers. Foi-se a época em que tinham medo de quem estava armado; 2. Estar armado em trajes civis muda sua forma de saque, o posicionamento de sua arma e também o condicionamento natural de acesso rápido a seu armamento. Ou seja, treine e esteja consciente desses três pontos; 3. Invista em um coldre para uso velado. Vai ser ridículo ter sua arma presa na borda da calça ou na sua cueca na hora do saque. Deixe essa gracinha para os três patetas; 4. Usa coldre velado em pochete abdominal ou de perna? Treine os saques também com esses acessórios! Sua arma não virá para sua mão de forma mediúnica e seus movimentos "finos" para abrir a pochete estarão prejudicados pelo estresse e pela carga de adrenalina que seu organismo recebeu. Lembre-se disso!; 5. Sua boa intenção não é suficiente para identificá-lo como policial. Tenha E USE o distintivo que lhe caracteriza como tal. Sugiro que ele esteja posicionado na linha de cintura, no mesmo lado onde será realizado o saque. Quando do acesso a seu armamento, IMEDIATAMENTE o distintivo será visto, reduzindo drasticamente sua chance de ser confundido com um bandido; 6. Aumente a freqüência de manutenção de sua arma. Se antes suor não tinha tanto contato com seu armamento pelo fato de você estar fardado, agora vai ter!; 7. Houve troca de tiros (I) e precisou neutralizar a ameaça? Disparos em regiões periféricas do corpo NÃO SOLUCIONAM CONFLITOS ARMADOS. Aquela estória de "dar um tiro na mão…/atirar na perna…" é coisa de quem assiste muito filme e, obviamente, de "achistas"; atinja o agressor social – em não havendo dúvida da necessidade legal de atuar – na região do tórax, abdômen ou pelve gerando uma "cavidade permanente". Isso aumentará sua possível sobrevivência e a proteção de outras vítimas; 8. Houve troca de tiros (II) e precisou neutralizar a ameaça? Faça o seguinte: a) Cheque à sua volta a possibilidade de haver outros agressores; b) Ato contínuo, de forma visual e tátil, veja se você está ferido – primeiro, pescoço, região toráxica, depois abdominal, pélvica e parte interior das coxas (pontos onde hemorragias seriam mais graves), depois, parte interior dos braços e lateral do corpo; c) É comum que você, por questões psicofisiológicas, não sinta ou perceba alguns ferimentos e nem faça uma checagem periférica para ver se há outras ameaças; 9. Potencialize sua possibilidade de sobrevivência tendo a certeza de que você tem chances de se ferir e vai ter que resistir a dor. Negar ou ter medo desse fator é um sinal de que você está pouco preparado para neutralizar uma ação com o uso da força letal; 10. Ligue para o 190 para comunicar o fato e para se identificar, descrevendo local, pessoas feridas (inclusive você, se for o caso) e como você está vestido, mantendo seu distintivo sempre a mostra; caso alguém se aproxime, mantenha-se alerta e não descuide da manutenção de sua proteção pessoal, pois hoje é raro agressores atuarem sozinhos. Autor: Tenente-Coronel PMDF Sant'Anna. Fonte: blog Policiamento Inteligente.
Dois fatores em especial costumam impedir que os candidatos a concurso policial frequentem um cursinho preparatório: primeiro, o custo elevado de mensalidades e materiais de estudo, para aqueles que não possuem emprego que garanta o financiamento das aulas. Segundo, a indisponibilidade de tempo, notadamente para aqueles que trabalham e o horário das aulas se confunde com seu expediente de serviço. A alternativa escolhida por boa parte dos concurseiros acaba sendo estudar em casa, ganhando tempo e gastando menos. Para quem é simpático a esta ideia, seguem algumas dicas úteis: - Organize sua rotina Embora a ideia de estudar em casa pareça agradável, existem algumas dificuldades que precisam ser superadas, como a organização e a disciplina com a rotina de estudos. Note-se que nossa casa é o lugar onde realizamos tarefas diversas, como assistir televisão, alimentar-se, descansar, conversar com a família etc. Daí porque manter o foco nas metas estabelecidas para o estudo nem sempre é possível, já que as tarefas corriqueiras vão concorrer com a leitura e outras atividades ligadas ao concurso. Assim, o primeiro passo para estudar em casa é planejar o seu dia, encaixando o tempo de estudo em horários razoáveis, que respeitem seu cotidiano - inclusive o lazer e o descanso. Se possível, escreva esta rotina, mesmo que nem sempre seja possível cumpri-la, por causa das imprevisibilidades do dia-a-dia. Há concurseiros que estudam mais de quatro horas por dia; outros, duas horas e até menos. Alguns preferem, ou só podem, estudar à noite; outros escolhem a manhã ou a tarde. Tudo vai depender do tempo disponível em relação ao concurso e a sua vida prática. - Defina um lugar Para evitar contato com barulhos inconvenientes, distrações e atrações que impeçam a continuidade das tarefas, é bom que o concurseiro defina um local específico da casa para praticar seus estudos. O ideal é que seja um ambiente o mais isolado possível, onde não transitem outras pessoas, e que atividades de outra natureza não sejam praticadas pelo estudante no mesmo local. Como nem todo mundo possui um escritório em casa, é possível adaptar algo parecido no quarto - mas nada de estudar deitado relaxadamente na cama. - Adquira o material básico A depender do concurso que você pretende passar, será necessário um investimento mínimo em livros e apostilas que garantam um estudo de qualidade. A internet pode ser uma boa fonte de material, onde o candidato pode baixar e imprimir, já que estudar no computador é um desafio também por causa da "concorrência" com distrações mal vindas na hora do estudo. Imprimir provas de concursos anteriores para responder e analisar os assuntos mais comuns é fundamental. (mais…)
Desde quando a Polícia Militar da Bahia (PMBA) abriu o concurso para o Curso de Formação de Oficiais (CFO) com 300 vagas em 2012, dezenas de candidatos mandam emails e comentários para o Abordagem Policial dizendo mais ou menos o seguinte: "meu grande problema para este concurso é a redação, será que você podia me dar dicas de como melhorar meu desempenho, como escrever bem, possíveis temas etc?". Para ajudar estes candidatos, temos uma dica de ouro: o programa Redação Nota Dez, que visa dar suporte e acompanhamento constante a quem quer se aperfeiçoar na escrita de redação para o CFO PM 2012. Por que o Abordagem resolveu sugerir este programa a seus leitores? Seguem algumas justificativas: - Por ser um programa totalmente online, ele se adequa com o perfil do nosso leitor, usuário de internet e que geralmente não tem muito tempo para frequentar cursos presenciais; - A redação tem sido o diferencial para a aprovação dos candidatos ao Curso de Formação de Oficiais da Bahia nos últimos anos. Basta observar o desempenho dos aprovados em comparação com aqueles que "quase" passaram para verificar isto; - O Redação Nota Dez é uma iniciativa de quem tem experiência em correções e revisões textuais, com formação específica para dar todo o suporte aos candidatos. Além de corrigir redações dos candidatos, que serão escritas em folha de redação semelhante à encontrada no dia da prova no CFO, o Redação Nota Dez fornece apostilas e sugere temas para que os candidatos treinem até o dia do concurso. E diferentemente do que é comum neste tipo de curso, o investimento é bem modesto: por apenas R$120,00 reais, que podem ser pagos no boleto ou em 12 vezes no cartão de crédito, o candidato pode salvar sua prova de redação no CFO 2012. Só há um problema: as vagas são limitadas. Então, se você vai fazer o CFO PMBA 2012 e quer garantir um bom desempenho na redação, que, repito, tem sido diferencial nos últimos concurso, faça logo sua adesão ao Redação Nota Dez (clique aqui!). Saiba mais em www.redacaonotadez.com.br
Em mais um post destinado a candidatos ao Concurso do Curso de Formação de Oficiais da PMBA 2012 - CFO PMBA - vamos tratar de alguns aspectos da carreira do oficial da Polícia Militar da Bahia, visando esclarecer àqueles que estão dedicando seu tempo de estudo e treinamento certos pontos elementares da profissão que pretendem abraçar: Além de informações institucionais, as perguntas abaixo foram respondidas a partir de nossa experiência e observação: Qual o posto que ocuparei depois de formado? Após formado, o aluno é declarado Aspirante-a-Oficial e passa por um estágio probatório com duração de uma ano. E, após esse período, conforme o desempenho durante o estágio probatório, é promovido ao posto de 1º Tenente. É bom lembrar que o Curso de Formação de Oficiais é uma graduação de Ensino Superior reconhecida pelo MEC, independentemente do aspirantado. Posso escolher onde vou trabalhar? A escolha do local de trabalho se dá no momento em que o Aluno-a-Oficial é declarado Aspirante. O Subcomandante Geral, assessorado por estudos estratégicos de policiamento e distribuição do efetivo na PMBA, faz a designação dos locais onde serão empregados os Aspirantes e, conforme a classificação galgada durante os três anos do CFO o Aspirante faz a escolha do seu local de trabalho - podendo ser na Capital ou em qualquer unidade da PMBA no interior do Estado. Desta forma, se dedicar aos estudos durante o CFO irá definir o local em que o Aspirante trabalhará. Com quanto tempo acontecem as promoções aos outros postos após Aspirante? (mais…)

Artigos relacionados