Destaques da Twittosfera Policial (18)

O Twitter vem se destacando como ferramenta de interação e produção de conhecimento de modo dinâmico, em apenas 140 caracteres. A segurança pública, tema polêmico e multisetorial, não poderia ficar de fora de uma das redes sociais mais utilizadas do mundo. No intuito de mostrar ao leitor do Abordagem Policial uma parte das melhores ideias surgidas no que convencionamos chamar “Twittosfera Policial“, criamos a série de posts “Destaques da Twittosfera Policial”, que publicaremos semanalmente aqui no blog.

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Crise na Polícia Federal

Após o desencadeamento da Operação Vouche, onde foram presos ocupantes de cargos do alto escalão do Ministério do Turismo, a Polícia Federal se inseriu em uma crise que tem gerado constrangimentos entre seus superiores do Governo – o Ministro da Justiça e a Presidente da República – e a categoria. Na operação, o uso de algemas e exposição pública dos presos foi questionado pela própria presidenta e pelo Ministro da Justiça, o que aflorou a troca de farpas entre o Governo e lideranças da PF:

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PM do Piauí deflagra Movimento Polícia Legal

A Polícia Militar do Piauí está vivendo dias de reivindicação de sua tropa, que resolveu deflagrar o chamado “Movimento Polícia Legal”, onde os policiais não executam serviços que possuam qualquer ilegalidade. Cerca de 70% do efetivo deixou de realizar suas atividades, por falta de equipamento de proteção individual (colete a prova de bala, armamento inadequado), inabilitação para conduzir viaturas e situações similares. Para suprir o déficit de efetivo, a Força Nacional foi chamada para realizar o policiamento no estado.

Além da regularização das condições de trabalho, os PM’s do Piauí reivindicam reajuste salarial. Um soldado da PMPI recebe cerca de R$1.400,00 reais brutos, quase a metade do que recebe um agente da Polícia Civil em início de carreira:

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Major PMBA resiste a condenação prévia de policial

O vídeo a seguir pode não parecer incomum para alguns, porém, agradou a muitos policiais militares baianos que acompanham criticamente a imprensa, que muitas vezes tenta condenar previamente a ação dos policiais, sem qualquer resistência institucional. Na ocasião, o Major PMBA Giffoni (referência na área de tiro policial), com propriedade, clareza e conhecimento técnico, esclarece as implicações e justificativas do uso da arma de fogo por um PM à paisana – sem ser corporativista nem inquisidor. “É preciso reconhecer não só o erro do policial, mas também seus acertos”. Ponto para o Major e para a PMBA.

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Aprovado em concurso público dentro das vagas tem direito a nomeação

O Estado lança um edital de concurso público prevendo ‘x’ número de vagas para contratação. Após a realização das provas, e da divulgação dos candidatos aprovados, estes não são convocados, total ou parcialmente, não preenchendo completamente as vagas previstas em edital. De acordo com recente decisão do Supremo Tribunal Federal, que teve como relator o Ministro Gilmar Mendes, esta situação é irregular, tendo a administração pública obrigação de convocar, no mínimo, o número de aprovados de acordo com as vagas previstas em edital:

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Polícia de Londres acuada

Um “auto de resistência” (morte de suspeito em após reação policial) aparentemente ilegítimo realizado por policiais ingleses foi o estopim para uma série de manifestações seguidas de saques e vandalismos. Em Londres, o governo inglês está empregando cerca de dezesseis mil policiais para reprimir o caos. No vídeo a seguir, cenas da ousadia dos rebeldes, que investiram contra policiais sem qualquer receio de represália – vide o número reduzido dos policiais em relação aos civis.

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Por que a Polícia Federal algema “para frente”?

A prática permanente da impunidade no Brasil entre as figuras ocupantes de notórias posições públicas levou nossa sociedade à sede por punições a grandes políticos, empresários, juízes e outros “privilegiados”. Em nosso país, contudo, não costumamos encontrar fontes que saciem nossas sedes, quando muito, nos aparece algum vendedor circunstancial de água, que, por algum preço, fornece uma garrafa finita contendo nossos anseios. É o que tem sido a Polícia Federal, nos episódios de prisão e investigação desses grandes figurões públicos brasileiros.

Quando realiza suas operações, a PF não poupa esforços em dar visibilidade às ações. Além dos nomes curiosos – Satiagraha, Hurricane, Caixa de Pandora e a mais recente Operação Vauche – geralmente todas as câmeras possíveis se fazem presentes no momento em que as prisões e apreensões estão sendo desencadeadas – prisões fruto de investigações sigilosas, diga-se.

E em todos esses momentos célebres, lá estão os suspeitos algemados, simbolizando a contenção das mãos que mexeram indevidamente com o dinheiro público – é esta ou não é a sensação do público? Não obstante, esta não é a justificativa para o uso das algemas, que devem servir tão somente para conter aquele que pode tentar resistir à prisão, trazendo risco principalmente aos policiais. Sempre que o risco de resistência for patente, é legítimo e até indispensável o uso da algema.

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Sequestro, ônibus, tiros, vítimas… Rio de Janeiro.

O título desta postagem bem que poderia ser utilizado retrospectivamente, em alusão ao sequestro do Ônibus 174, episódio que ganhou repercussão mundial, ensejando um documentário e um filme, além de várias discussões na mídia. Porém, 9 anos depois, o Rio de Janeiro e o Brasil assistiram a situação semelhante, quando quatro criminosos sequestraram um ônibus em uma das mais movimentadas avenidas da capital carioca, deixando quatro pessoas feridas, uma delas ainda internada em estado grave. Observando os elementos presentes na ocorrência, podemos perceber que casos envolvendo reféns exprimem claramente os riscos e desafios impostos àqueles que se dedicam à profissão policial.

A depender das influências e emoções a que os policiais são levados, podem cometer o equívoco de atirar contra os criminosos, que estão se utilizando de pessoas inocentes para resistir à prisão. Quando há reféns envolvidos na ocorrência, não atirar é o primeiro cuidado a ser tomado, a não ser que exista plena certeza de incapacitação de todos os suspeitos presentes – algo quase impossível de ser feito. Atingir um refém é fruto de precipitação (influências ambientais) e despreparo técnico.

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Qual o fundamento das transferências?

Entre os interesses profissionais em qualquer carreira que se escolha seguir está o de trabalhar no local que lhe é mais cômodo. Nas organizações policiais não é diferente, apesar da possibilidade permanente de não atuar onde se estão amigos, parentes, estudos etc – com o limite estadual para as polícias civis e militares, e nacional para as polícias federais.

Observando estes elementos, podemos colocar a questão das transferências e permanência em determinada unidade como fator central entre os anseios dos profissionais. Assim, desconsiderando outros elementos, o ideal é que todos sirvam na organização policial que mais lhe agrada, dando motivo aos profissionais para que trabalhem sem estas preocupações.

Porém, existem localidades, geralmente inóspitas e distantes dos grandes centros urbanos, que poucos, ou nenhum policial quer trabalhar. Inevitavelmente os gestores das polícias lançam mão de suas prerrogativas para desagradar um servidor a bem da necessidade pública, pelo menos enquanto não surge a possibilidade de substituição voluntária. Nesses casos, é sempre importante demonstrar a quem é designado ao posto por obrigação quais foram os critérios da medida, assegurando-lhe toda a dignidade necessária.

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Demitido por não ter acendido uma lâmpada

Um amigo policial militar costuma dizer que sua corporação “engole elefantes e se engasga com mosquitos”. Inevitável lembrar do trocadilho nesta matéria do RJTV, em que o ex-capitão do BOPE, Rodrigo Pimentel, mostra cópias de boletins da PMERJ onde um policial militar demora (muito) menos tempo para ser demitido da corporação por ter desobedecido a ordem de um superior para acender uma lâmpada do que um outro policial por ter cometido homicídio. Isto nos obriga a refletir sobre nossas prioridades. Algo está errado…

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PEC 300: Grande Manifestação em Brasília-DF

Nesta terça-feira, 09 de agosto, milhares de policiais e bombeiros brasileiros estarão em Brasília-DF numa manifestação em prol da Proposta de Emenda Constitucional de número 300, a PEC 300, que define o Piso Salarial Nacional para as categorias policiais brasileiras. Como já informamos aqui, apenas o Partido dos Trabalhadores não aderiu ao acordo que se compromete com a votação da proposta, que já foi aprovada em primeiro turno pela Câmara dos Deputados.

Desta vez, o argumento utilizado pelo Governo Federal para não votar a PEC 300 é a crise que acomete os Estados Unidos e alguns outros países, como informou o Blog do Noblat:

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Delegado da Polícia Civil autua PRF’s por desobediência

Por mais que se diga que existe harmonia entre as corporações que desempenham funções na segurança pública brasileira, aqui e ali surgem periodicamente sinais evidentes de que as vaidades fruto de intrigas corporativas podem a qualquer momento aflorar.

Desta vez, o desentendimento não se deu entre os tradicionais pólos polícia militar versus polícia civil, mas entre um delegado desta última categoria e três policiais rodoviários federais (entre eles um inspetor). Leiam a matéria e entendam o caso:

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A anistia aos presos por pequenos crimes.

O leitor já teve oportunidade de ler algo sobre o sentimento de vingança que acomete nossa sociedade, sempre que vemos um crime cometido por alguém que não nos é próximo. Para nós, a punição, longe de ter fim social e reabilitador, precisa tão somente alimentar nossos ímpetos vingativos, numa espécie de Lei de Talião moderna (Olho por olho, dente por dente) – não duvido que haja muita gente defendendo isto em conversas descomprometidas por aí.

Trago novamente a temática tendo em vista uma medida adotada recentemente pela Venezuela, que possui prisões que “são consideradas umas das mais perigosas da América Latina. Segundo relatório da ONG Observatório Nacional de Prisões, nos últimos 12 anos, mais de 4.500 presos foram mortos em decorrência da violência ou por problemas sanitários. Só no ano passado, 476 detentos morreram e 958 foram feridos”. Observando a situação de suas penitenciárias, e o nível de periculosidade dos detentos, a Justiça resolveu dar liberdade a cerca de 2 mil presos, existindo a possibilidade de soltura de mais 18 mil:

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Links Policiais da Semana (73)

Processo não é meio de punição;

Investigadores plantonistas têm direito a vale refeição;

Rio de Janeiro muda formação de policiais;

Novos blidados para o BOPE;

Entrevista de delegado é usada em funk;

Guardas Municipais alegam perseguição;

Delegado escreve relatório em forma de poesia;

Delegado diz que existe ‘jogo de vaidades’ entre polícias;

Região de Lagos (RJ) vê aumento de homicídios;

Seis suspeitos morrem em troca de tiros com a polícia (SP);

Paraná: estado que menos gastou com segurança na década;

Brigada Militar punirá protesto de PM’s;

Cabo do BOPE é denunciado;

Defensor pede exumação do corpo de Juan;

PM preso por participar de quadrilha de banco;

PM morre em tentativa de assalto no DF.

*A série “Links Policiais da Semana” é publicada todo domingo, e traz uma compilação dos principais fatos, notícias e curiosidades sobre polícia e segurança pública no Brasil e no Mundo que foram destaque na semana que passou.



Destaques da Twittosfera Policial (17)

O Twitter vem se destacando como ferramenta de interação e produção de conhecimento de modo dinâmico, em apenas 140 caracteres. A segurança pública, tema polêmico e multisetorial, não poderia ficar de fora de uma das redes sociais mais utilizadas do mundo. No intuito de mostrar ao leitor do Abordagem Policial uma parte das melhores ideias surgidas no que convencionamos chamar “Twittosfera Policial“, criamos a série de posts “Destaques da Twittosfera Policial”, que publicaremos semanalmente aqui no blog.

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