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Quem está acompanhando a mídia nacional e internacional tem visto os protestos que ocorrem no Egito, onde o Presidente Hosni Mubarak está a 30 anos no poder, e metade da população vive abaixo da linha da pobreza. O regime de Mubarak é um dos poucos que reconhecem o Estado de Israel, e recebe apoio bélico e financeiro do governo norte-americano. O Egito, pois, é um país estratégico para a ideologia da "guerra ao terror" estadunidense. A revolução que está em curso no Egito tem muitos símbolos e lições, todas elas didáticas a povos como o brasileiro, e, particularmente, aos militares e afins. O primeiro aspecto a se ressaltar é a dimensão da mobilização: são cerca de 2 milhões de pessoas em todo o país se manifestando nas ruas contra o regime. Não apenas as classes baixas, mas a classe média e alta estão engajadas nos protestos - segundo o blog de Miriam Leitão, colunista d'O Globo, uma fonte diplomática chegou a afirmar que conversou com uma mulher da alta classe média do Cairo e ouviu que ela havia mandado os filhos para a manifestação. O desejo de mudança parece esmagador na população. O ditador, ao perceber a mobilização, tomou como medida primeira o bloqueio do acesso à internet no país, tentando evitar que as informações fluíssem, e que o mundo tomasse conhecimento dos protestos (entenderam porque liberdade de expressão é um "Direito Humano"?). A imagem abaixo, publicada por Marcelo Tas em seu blog com o título "Alguém ainda duvida das redes sociais?" ilustra o desejo de um manifestante em propagar suas ideias através da internet: (mais…)