O risco da popularidade policial 
Guarda Municipal ajuda moradores de rua a encontrarem famílias 
Ingenuidade é aprofundar tudo que está aí 
Vídeo: policial é ajudado pela população para imobilizar suspeito 
Só o Estado pode interromper o ciclo de tragédias 
Desde o fim de setembro que a capital baiana conta com uma legislação para regulamentar o uso dos celulares dentro de agências bancárias (lei municipal 7.850/2010), vale constar, não ser a única cidade com tal dispositivo; de acordo com levantamento da FEBRABAN - Federação Brasileira de Bancos, o estado de São Paulo conta com o maior número de cidades legislando a respeito: Franca, Jandira, Louveira, Nova Odessa, Ourinhos, São José do Rio Preto, São Vicente, Taubaté e São Roque. Não se restringindo aí, pois também existe nas cidades de Divinópolis, Minas Gerais; Curitiba, Paraná; Piçarras, Santa Catarina; Manaus, Amazonas e Canguçu no Rio Grande do Sul. Já a Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro estuda a medida para todo o estado. Pois bem, Salvador vem engrossar a lista de cidades que dessa forma tentam garantir a segurança do cidadão na hora do saque/pagamento nos guichês eletrônicos. Por meio de uma lei, que invariavelmente tolhe direitos individuais, pois os aparelhos de telefones celulares incorporaram-se de tal forma no nosso cotidiano e em nossas vidas que passaram a ser indispensáveis para muitas pessoas, tanto como forma de trabalho até como meio de diversão. Às vezes seu uso é, como dizem: feito no automático. Assim tenta-se penalizar e tributar o cidadão e a entidade por dispor de um direito individual deste, que exerce-o tão somente pela garantia de indivíduo que o possui, óbvio que o que se almeja é a segurança do todo, da coletividade, sendo assim, remetemo-nos ao Contrato Social de Rousseau, para legitimar tal propositura, entretanto, deve-se observar que quem deve cumprir como seus deveres não cumpre, e transfere para a sociedade e seus entes as obrigações que outrora lhe foram confiadas. (mais…)