Os problemas com as armas Taurus 
Mulheres com medidas protetivas poderão acionar botão para chamar a polícia em Pernambuco 
Jovens são presos por desacato após comentar ações de policiais 

Ambientalismo

Aconteceu aqui na APM-BA o lançamento do livro "Policiamento Ambiental na Bahia: Teoria e Prática", do Tenente Coronel PM Antônio de Carvalho Mélo Filho e do Capitão PM Dilson Antonio Rosário dos Santos. O livro é uma compilação de legislação, conceitos e modelos de documentos com o intuito de padronizar as ações de policiamento ambiental na PMBA, principalmente na atuação da Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (COPPA). Trata-se de uma iniciativa que deve servir de modelo e incentivo para a PMBA, que possui poucos manuais - minimamente atualizados - que padronizem suas ações (abordagem, patrulhamento, etc.). Isso faz com que as ações policiais sejam díspares entre as diversas unidades, o que causa conflito de comunicação, principalmente em ações conjuntas, e tira o respaldo doutrinário necessário às ações policiais. Boa a inciativa, material de consulta obrigatória nos cursos de formação e até mesmo em outros entes estatais ou outras polícias. Cap. PM Dilson entrega livro autografado a TC da PMAM   * * * 9mm Assisti ao primeiro episódio da série 9mm (FOX). Com atuações que vão do caricatural ao engessado, julgo que faltou um pouco mais de expressão nos atores da maneira de se portar dos policiais (coisa que não faltou no Capitão Nascimento, de Tropa de Elite). Quanto à preocupação que já tinha citado aqui, o seriado me surpreendeu: se aproxima bem do realismo interessante para se mostrar os problemas, as frustrações e as dificuldades do dia-a-dia policial - pelo menos se propõe a isso. Não é tão empolgante quanto o Cathalá achou, nem tão enfadonho como o Roger disse. Vou continuar assistindo e ver se a coisa vai melhorando... * * * Chacinas Depois da chacina em que sete pessoas foram mortas em Mussurunga, Salvador, um novo episódio que expressa o grau de barbaridade que vai tomando conta da sociedade ocorreu: a morte de quatro pessoas no Alto das Pombas, também na capital baiana. Atentemos que tais crimes ocorrem sempre em locais carentes, onde os recursos são escassos, a educação falha, o Estado ausente. Desconfia-se, tanto em um quanto no outro caso, que as mortes se deram em virtude de disputa por tráfico de drogas. Nos perguntamos o que fazer, de quem é a culpa, como isso pode acontecer, mas sempre com a frieza do não-atingido, do imune àqueles vitupérios. E somos. Somos imunes e (ir)responsáveis proporcionalmente, cada um, por esses acontecimentos.