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MPL

Após o acordo firmado pela União das Associações da Polícia Militar com o Governo do Estado da Bahia, no dia 11 de agosto de 2009, o Movimento Polícia Legal chegou ao fim. A medida adotada pelos presidentes das associações foi à revelia de três agentes fomentadores do Movimento: o Deputado Estadual Capitão Tadeu, a ASPRA-BA e a tropa, que não foi consultada em Assembléia em relação ao acordo - como foi feito em outros momentos do Movimento. O resultado foi a frustração dos anseios que a categoria colocou em jogo desde o começo das reivindicações, que só tiveram como consequência a aquisição de 3600 coletes à prova de balas, algo ínfimo para as reais necessidades da Polícia Militar da Bahia. O acordo gerou desconfianças e a tropa deixou de ter perspectivas de melhoria, condição que afeta diretamente a motivação de qualquer profissional. O acordo firmado pelos presidentes das associações foi visto como, no mínimo, ingenuidade pela maioria dos policiais, mesmo por aqueles recém-ingressos na Corporação, e que nunca acompanharam um processo de negociação política reivindicatória - o que não é o caso de nenhum dos presidentes. Nesse contexto, surgiu a versão da Associação de Oficiais sobre o acordo, bem como a nota da União das Associações. Eis que após trazer a público explicações sobre o episódio, a União das Associações acaba de lançar uma campanha onde admite o que muitos já haviam previsto: o Governo do Estado não cumpriu as promessas feitas no famigerado acordo. Abaixo, o conteúdo dos outdoors veiculados em Salvador e outras várias cidades da Bahia: (mais…)