Pesquisa no Rio estuda rejeição ao “Bandido Bom é Bandido Morto” 
Rio de Janeiro bate recorde de homicídios 
256 cidades do Estado de São Paulo não possuem Delegado 

PCRN

Provocativa a atitude de policiais militares no município de Cruzeta, no Rio Grande do Norte. Ao detectar a ausência de Delegado plantonista para lavrar o flagrante da delegacia da cidade, a guarnição da PMRN "passou a bola" para o Promotor da localidade, que teve trabalho para resolver a situação. Se a moda pega, em praticamente todas as pequenas cidades do Brasil semelhantes a Cruzeta (26 mil habitantes) os promotores teriam muito o que fazer. Entendam melhor o caso: Na última sexta-feira, 14, o descaso com a segurança pública foi levada a casa de um promotor de justiça do RN. Uma equipe de policiais militares do município de Cruzeta após conduzirem um preso em flagrante a Delegacia de Polícia Civil em Caicó receberam a informação de que não haveria Delegado plantonista. Sem delegado, os PM’s decidiram conduzir o preso até a casa do promotor Geraldo Rufino para que o mesmo tomasse uma providência. De imediato, o promotor entrou em contato com o Juiz Cândido Vilaça, o qual entrou em contato com o Major do 6º BPM para que intermediasse junto ao Escrivão de Plantão a lavratura do flagrante. Contudo, o Escrivão se recusou a realizar o procedimento haja vista a ausência da autoridade policial competente para a assinatura do Auto de Prisão em Flagrante. De acordo com informações locais, o Juiz então teria entrado em contato com uma Delegada que estava em Campina Grande e ao retornar confeccionou o Auto de Prisão em Flagrante por volta de 1 hora da manhã. Vi no blog da Glaucia Paiva.