256 cidades do Estado de São Paulo não possuem Delegado 
A quantidade de PMs da reserva no Brasil 
Pernambuco tem alta histórica de homicídios 

PMES

A perda da vergonha nacional O que há com a Terra Brasilis, onde cometer crimes não parece mais constranger as pessoas? Será um sinal dos tempos, como se não houvesse mais como contornar a má cultura de praticar delitos graves sem peso na consciência? De ponta a ponta, os exemplos que surgem não parecem animadores para reverter esse cenário insólito. Lá de cima, vem um exemplo bem recente. Em Roraima, um romântico casal beija na boca em plena delegacia. Presos por roubar uma senhora armados com faca, encontraram clima para esse gesto singelo. É isso que choca? Não, acontece que ano passado, em agosto, o par perfeito já havia sido capturado após cometer SETE roubos em sequência, empregando arma de fogo na capital. Em tão pouco tempo, estavam novamente livres para praticar mais violência e zombar das autoridades. Será uma tendência? É que há pouco, em março, um casal algemado praticou conjunção carnal enquanto era conduzido no compartimento de presos da viatura no Espírito Santo. É a máxima expressão das relações entre dois indivíduos, só que em um local um tanto inusitado, e em circunstâncias que emocionalmente seriam impensáveis. Enganou-se quem um dia quis crer que a agrura de ser alvo de um flagrante seria capaz de conter instintos relacionados à libido. Registre-se ainda que a dama já contava com dois homicídios em seus assentamentos, mas foram praticados durante a época em que era adolescente, então se encontrava livre e bem tranquila para novos delitos. De fatos assim ninguém parece lembrar. Para não dizer que falou-se apenas dos crimes cometidos nas camadas populares, é só voltar ao norte para encontrar no Pará um exemplo caricato. Nesta semana um sincero vereador de Parauapebas vaticinou que  "O valor que o vereador ganha aqui, se ele não for corrupto, ele mal se sustenta durante o mês". A renda média do município é de R$ 433 e a do membro do legislativo gira em torno de 10 mil reais. Quem vai reclamar dele? Não veio de Marte nem assumiu através de golpe, pelo contrário, é o vereador que mais vezes foi eleito na história daquela cidade, com cinco legislaturas. Fatos assim passam no noticiário e se tornam banais, os cidadãos acabam incorporando como algo irrelevante na rotina. Que expectativas pode ser criadas ante um quadro como esse? Ainda é possível acreditar em um futuro promissor, em mudanças expressivas com as novas gerações? O tempo e a introspecção podem conduzir cada uma a diferentes conclusões. Já faz algumas décadas que Moraes Moreira canta: “Na bola, no samba, na sola, no salto/Lá vem o Brasil descendo a ladeira”.
Você sai de casa aborrecido com algum problema e resolve sentar no banco de uma praça para espairecer. A alguns metros de distância, você ouve um samba antigo tocado por um grupo de senhores (provavelmente aposentados que se reúnem ali para socializar). Inicialmente, chama a atenção a musicalidade, a disposição daquelas pessoas, mas o problema que lhe fez sair de casa persiste martelando em sua cabeça. O tempo vai passando e, automaticamente, você vai batendo o pé no chão, acompanhando o ritmo da música. Mais um tempo e você está em pé, junto com outros curiosos, vendo a arte se manifestar em praça pública. O problema? Ficou pra depois. Não é de hoje que a música é utilizada como ferramenta de transformação emocional das pessoas. Da trilha sonora dos filmes que assistimos, que associam as características da cena (suspense, humor, horror) ao tipo de música, até o "background" musical das lojas modernas, que pretendem associar o conceito da marca a determinado estilo musical, a música é vastamente utilizada para convencer os indivíduos. Inclusive, existem muitos estudos pesquisando a associação de gêneros musicais a comportamentos e sensações, e muito dessas associações estão disseminadas na sociedade: quem ouve música erudita é preconcebido deste ou daquele modo, diferentemente de quem ouve rock, por exemplo. Mas não pretendemos avançar nessa seara, por enquanto. Hoje pretendemos sugerir a reflexão sobre o potencial das bandas de música nas polícias brasileiras, principalmente entre as polícias militares e guardas municipais, que lidam cotidianamente com o público nas ruas. "Qual seria o problema das bandas policiais formarem subgrupamentos que se dediquem ao rock, ao reggae, ao hip hop, ao samba, ao choro, axé music e outros gêneros que dialoguem de modo eficiente com a população local - principalmente com os jovens?" Parece que todas as polícias militares brasileiras possuem banda de música, geralmente constituída formalmente em lei, com chefia própria e um corpo de músicos que podem ser selecionados através de concurso externo (é feito um concurso específico para cada tipo de instrumentista) ou seleção interna (verifica-se entre os policiais quem é voluntário e possui conhecimento musical adequado). Isso significa que do ponto de vista estrutural as bandas já possuem, em todo o país, uma concepção formal mínima. Em rápida pesquisa na internet descobrimos que a banda policial mais antiga do país é da Polícia Militar do Paraná, fundada em 12 de março de 1857. A partir disso, um segundo desafio se impõe: como fazer que a música das polícias seja uma "ponte" de aproximação emocional entre os policiais e a população? Para além da musicalização marcial das solenidades militares, o que é possível fazer para que nossas bandas de música sejam disseminadas como instrumentos de visibilidade institucional e convencimento, principalmente entre os jovens? Muito já tem sido feito. A Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), por exemplo, desde 1999 criou uma "Banda Junior", composta atualmente por mais de 250 jovens: Formada por crianças e adolescente da Grande Vitória a Banda Mirim passou a ser um serviço oferecido à sociedade capixaba pela Polícia Militar, no Quartel do Comando Geral, em Vitória. Em 2003, com sua evolução técnica, surge o “Projeto Cultural Banda Júnior da PMES”, que busca oportunizar o acesso de crianças e adolescentes a um novo cenário sociocultural e promover a valorização das principais instituições sociais. A capacitação dos alunos, que ingressam entre 11 e 14 anos de idade e podem participar da iniciativa até aos 18 anos, é desenvolvida ao longo de três anos. Neste período os 15 policiais militares responsáveis pela formação têm a missão de contribuir para o desenvolvimento sócio-cultural e humano de crianças e adolescentes, transmitindo valores como disciplina, ética e respeito ao próximo. No Rio de Janeiro, neste mês, policiais militares do 12º BPM (Niterói) foram destaque no jornal "O São Gonçalo" por desenvolverem o projeto "Tocando com a PM", de iniciação musical para crianças de escolas públicas. Mostraram que é possível figurar na capa de um jornal de grande circulação sem fazer parte do BOPE: Da Bahia, recentemente, o Cabo PM José Carlos foi destaque nacional no programa "Encontro", apresentado por Fátima Bernardes, cantando e emocionando o país: httpv://youtu.be/B3lJLcV5M90 *** Algumas polícias dividem sua estrutura musical em bandas, conjuntos ou seções. A Polícia Militar de Minas Gerais, por exemplo, faz uma interessante divisão, considerando as possibilidades de apresentação e o gênero musical. Fazem parte da Banda da PMMG, entre outras composições, as seguintes: Saxofonista; Saxofonista e Tecladista; Quarteto de Cordas; Quinteto de Sopros; Sexteto de Metais; Conjunto de Câmara; Bandas de Música; Banda Sinfônica; Big Band; Orquestra Show; Orquestra Sinfônica. Esse modelo chama a atenção pelas diversas possibilidades de atuação, a depender do contexto exigido para a apresentação. Aliás, há aí um princípio que deve ser expandido considerando as peculiaridades e popularidades locais onde atuam as polícias. Qual seria o problema das bandas policiais formarem subgrupamentos que se dediquem ao rock, ao reggae, ao hip hop, ao samba, ao choro, axé music e outros gêneros que dialoguem de modo eficiente com a população local - principalmente com os jovens? É um desafio atualíssimo para as polícias brasileiras entenderem, se aproximarem e manterem laços e diálogos permanentes com as comunidades, principalmente as periféricas. A música pode ser um elemento diferenciador e facilitador desse desafio. Que as polícias do povo mais musical do mundo aproveitem nossa característica para fazer policiamento!
A Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) lançou o edital com 1.100 vagas para o Curso de Formação de Soldados (CFSd). O salário durante o curso de formação é de R$ 1.023,32, e 2.421,76 após a formatura. Abaixo, os requisitos para assumir o cargo de soldado da PMES: - Ser brasileiro(a); - Ter, no mínimo, 18 (dezoito) anos de idade na data de matrícula e, no máximo, 28 (vinte e oito) anos de idade no primeiro dia de inscrição, conforme Lei Complementar nº 589/2011; - Altura mínima de 1,65m para o sexo masculino e 1,60m para o sexo feminino; - Conhecer e aceitar as condições do Edital; - Comprometer-se a servir em qualquer localidade do Estado, conforme legislação pertinente; - Estar em dia com as obrigações junto à Justiça Eleitoral e ao Serviço Militar; - Ter escolaridade mínima do Ensino Médio completo na data da entrega da documentação exigida na 7ª etapa do Edital; - Possuir Carteira Nacional de Habilitação (CNH), em situação regular ou permissão para dirigir válida, no mínimo na categoria "B", ou comprovante de aprovação junto ao DETRAN para obtenção da CNH ou da Permissão, na data da entrega da documentação exigida na 7ª etapa do Edital; - Ter conhecimento do Hino Nacional Brasileiro (art. 40 da Lei Federal 5.700/1971); - Ser aprovado com aproveitamento no Curso de Formação de Soldado Combatente – CFSd QPMP-C. São etapas do concurso a prova objetiva, prova de redação, teste de avaliação física, exame de avaliação psicológica, exame de investigação social, exame de saúde e exame de documentação. A prova objetiva contém 30 questões de matemática e 40 questões de português. A prova será realizada no dia 3 de fevereiro de 2013, e as inscrições estão abertas até o dia 20 de janeiro. As inscrições custam R$ 60,00, e podem ser realizadas no site www.funcab.org. Clique aqui para ter acesso ao edital, com todas as informações sobre o concurso.
Os concurseiros do Espírito Santo e região devem ficar atentos: o governo do Espírito Santo anunciou 1.100 vagas para a contratação de policiais militares ainda em 2012. Além disso, 113 vagas para a Polícia Civil também estão previstas: Dois concursos na área de segurança pública, que somam 1.213 vagas, estão previstos para o Espírito Santo. De acordo com o governo do estado, ainda para 2012, haverá concurso da Polícia Militar com 1.100 vagas para soldado combatente. Já para 2013, a Polícia Civil vai abrir processo seletivo para 113 vagas em diversas áreas. As contratações já foram autorizadas pelo governador Renato Casagrande. O último concurso para esta área está suspenso desde agosto deste ano. Uma liminar da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Vitória suspendeu o concurso público da Polícia Civil para o preenchimento de 250 vagas de agente. O salário era de R$ 2.767,78. De acordo com a ação, o edital se limitou a cobrar dos candidatos somente as disciplinas de português e de raciocínio lógico. Esse novo concurso da Polícia Civil, segundo o governo do estado, vai oferecer vagas para diversas áreas. Haverá chance para delegado, escrivão, perito criminal, perito criminal especial, perito bioquímico toxicológico, médico legista, perito de telecomunicações, assistente social e psicólogo. Todos os cargos exigem que os candidatos tenham nível superior. Os salários variam de R$ 3.900,03 a R$ 7.675,22, com escala especial de 24 horas. De acordo com o governo, esse novo edital do concurso da Polícia Militar está em fase final de análise. O salário inicial do soldado combatente é de R$ 2.421,76 por mês. Durante o curso de formação, o rendimento pago ao aluno é de R$ 1.023,32. Em 2011, 660 novos policiais militares ingressaram na corporação e reforçam o policiamento em todo o Estado. Também estão em formação 150 policiais, entre praças e oficiais, que estarão nas ruas durante o verão para intensificar as ações de policiamento. Os interessados não podem perder tempo, devendo começar os estudos o quanto antes visando a aprovação. Boa sorte a todos! Continue acompanhando o Abodagem Policial e obtenha informações, materiais e dicas para este concurso!