Pesquisa no Rio estuda rejeição ao “Bandido Bom é Bandido Morto” 
Rio de Janeiro bate recorde de homicídios 
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RANGE-R

Alta madrugada em uma casa de família, a criança ouve um barulho e acorda assustada, corre ao quarto dos pais e diz que há alguém no quintal. O pai vai ao funda da casa, assustado, e, de fato, percebe que no quarto da empregada doméstica, que está vazio, algo se mexe. Com receio de entrar no local, a polícia é acionada para entrar e constatar que uma ratazana fazia a festa entre a bagunça do quarto. A cena acima parece trivial, mas conta com uma dose de risco significativa para os policiais, que adentram a edificações suspeitas sem saber o que lhes espera. Em vez de um simples rato, algum suspeito em fuga ou mesmo um assaltante pode estar à espera da entrada dos policiais para oferecer reação e, talvez, vitimar algum policial. Um equipamento muito interessante foi desenvolvido por uma empresa norte-americana visando diminuir os riscos de situações do tipo, e outras bem mais perigosas, como o caso de gerenciamento de crises com reféns: um radar portátil que possibilita saber se há pessoas atrás de uma parede. O RANGE-R detecta até mesmo movimentos pouco sensíveis, como a respiração humana, a uma distância de 50 metros, mesmo tendo paredes, pisos e tetos construídos de concreto armado, blocos de cimento, madeira, tijolo, vidro e outros materiais comuns não metálicos de construção. O índice de acerto? Noventa e cinco por cento! Para operar o aparelho, basta apontá-lo para o alvo desejado (a parede) e apertar os botões que dentro de 3 segundos o resultado é exibido em sua tela. O site da fabricante não informa o preço do produto. Se é uma realidade distante para ser democratizada entre todas as unidades policiais, não parece inalcançável para grupos táticos que lidam com eventos de grande risco.