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Sniper

A técnica é uma das principais aliadas dos direitos humanos no âmbito policial. Aliada à legalidade e à ética, temos a plenitude do respeito ao que humanamente é aceitável e digno de elogio. Digno de elogio como a ação desencadeada pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro na última sexta-feira, onde um criminoso foi morto quando, imobilizando uma refém, ameaçava explodir uma granada. Não que a morte do assaltante seja algo positivo, mas as vidas que foram preservadas mediante a ação da PM, caso a granada fosse acionada, devem ser comemoradas. A técnica utilizada foi o tiro de comprometimento disparado por um atirador de elite (sniper). Quando a refém estava continuamente desfalecendo, o Major Busnello, chefe de Planejamento de Operações do 6º Batalhão (Tijuca), atingiu o meliante na cabeça. Abaixo, comentários do Jornal do Brasil sobre a ação do Major: “O policial (Major Busnello), com 16 anos de corporação, já fez curso no Batalhão de Operações Especiais da Polícia, (BOPE). Segundo ele, foi a primeira vez que trabalhou numa situação dessas. – Foi difícil, ela poderia desfalecer a qualquer momento. [...] O major Busnello afirmou que o tiro tinha que incapacitar o bandido, já que ele estava muito agressivo e impedia com o dedo a explosão da granada. A arma usada na operação foi um fuzil adaptado Para-Fal, da Imbel, de uso exclusivo das Forças Armadas.” Parabéns aos policiais empregados na ocorrência, e à PMERJ como um todo. É através de ações como essas, pautadas no trinômio “técnica, ética e legalidade”, que as polícias brasileiras vão ser, como neste caso, aplaudidas pela sociedade brasileira. Assista ao vídeo da ação da PMERJ: